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Cidades

🚨 FEMINICÍDIO NA RMC: JOVEM É EXECUTADA COM TIRO NO ROSTO EM HORTOLÂNDIA — 24º CASO EM 2025

Publicado em

Arquivo pessoal / G1

🔴 Violência extrema dentro de casa

Mais um caso brutal de feminicídio choca a Região Metropolitana de Campinas (RMC). A jovem Rayana Raissa Albuquerque de Matos, de apenas 21 anos, foi morta com um tiro no rosto, na madrugada desta terça-feira (16), em Hortolândia (SP).

O principal suspeito é o próprio companheiro, Ellyton Matheus Silva Santos, de 19 anos, que está foragido. O crime eleva para 24 o número de feminicídios registrados na RMC apenas em 2025.


👶 Relacionamento marcado por tragédia

Segundo a Polícia Civil, Rayana e Ellyton mantinham um relacionamento há cerca de dois anos e tinham um filho de apenas dois meses de vida. O casal estava morando havia duas semanas na casa da mãe do suspeito.

No momento do crime, a mãe de Ellyton e o bebê estavam na sala, enquanto Rayana preparava o jantar na cozinha.


🔫 O disparo no banheiro

De acordo com o boletim de ocorrência, Ellyton teria saído de casa e, ao retornar, foi ao banheiro com Rayana. Pouco depois, um disparo de arma de fogo foi ouvido.

A jovem foi atingida na têmpora direita, com o projétil ficando alojado na cabeça — indicando execução à queima-roupa.


🗣️ Frase chocante após o crime

O registro policial aponta que, logo após o disparo, Ellyton teria dito à própria mãe:

“Fui tirar uma foto e matei minha esposa.”

Em seguida, um outro homem apareceu no local, entrou no banheiro, pegou a arma caída no chão e fugiu junto com Ellyton em uma motocicleta.


🚔 Suspeito foragido e investigação em andamento

Até o fechamento desta matéria, Ellyton Matheus Silva Santos e o segundo homem envolvido não haviam sido localizados. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Hortolândia e é investigado oficialmente como feminicídio.


⚠️ Feminicídio: números que escancaram o fracasso

O assassinato de Rayana não é um caso isolado — é parte de uma estatística alarmante. Em menos de seis meses, a RMC já contabiliza 24 mulheres mortas por violência de gênero em 2025.

São histórias interrompidas, famílias destruídas e crianças que crescem sem mães, enquanto o Estado segue falhando em prevenir, proteger e agir com rigor antes que o pior aconteça.


❗ Até quando?

Quantas mulheres ainda precisarão morrer para que a violência doméstica seja tratada como prioridade absoluta? Quantos órfãos mais serão deixados pelo caminho?



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Fontes:
Polícia Civil de Hortolândia; Boletim de Ocorrência; Apuração Portal Auge1

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