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🚱 Sumaré enfrenta nova intervenção da BRK e falta de água atinge 53% da cidade dias 23 e 24

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Intervenção programada, mas impacto pesado

Na próxima terça-feira (23), a concessionária BRK Ambiental realizará uma intervenção programada no Sistema II de abastecimento de Sumaré, afetando diretamente cerca de 50 mil ligações de água — o equivalente a mais de 53% da cidade. A obra ocorrerá na região do Maria Antônia, entre o Ribeirão Quilombo e a empresa Spartan, em uma adutora de água tratada.

O serviço começará às 5h e deve ser concluído até 17h do mesmo dia. Durante esse período, bairros inteiros das regiões do Matão, Maria Antônia, Nova Veneza e Área Cura enfrentarão oscilações e cortes no fornecimento de água.


Quem será afetado

A BRK informou que o retorno será gradual e só se completará ao longo da quarta-feira (24), de acordo com a seguinte previsão:

  • Matão (parte baixa): normalização até 24/09, às 11h59;

  • Maria Antônia, Nova Veneza e Área Cura: até 24/09, às 17h59;

  • Demais áreas do Matão, Maria Antônia, Nova Veneza e Área Cura: até 24/09, às 23h59.

Em outras palavras, milhares de moradores precisarão se virar por quase dois dias em um município que já convive com constantes queixas de falhas no fornecimento.


Problema crônico em Sumaré

Embora a BRK alegue que a intervenção foi marcada para um período de “menor consumo de água típico da primavera”, a população já não vê as justificativas como suficientes. Oscilações, baixa pressão e cortes prolongados no abastecimento se tornaram rotina em Sumaré, independentemente da estação do ano.

Em vários bairros, a reclamação é a mesma: a conta chega em dia, mas a água não. A promessa de normalização gradativa raramente alivia o transtorno enfrentado por famílias, comércios e escolas que dependem de um serviço essencial e básico.


População pede respostas

A concessionária recomenda “uso consciente” e pede que os moradores se programem para atravessar o período sem grandes problemas. Mas na prática, a cobrança da sociedade é outra: até quando Sumaré vai conviver com um sistema de abastecimento instável, marcado por manutenções frequentes e falta de planejamento?

O número divulgado pela própria BRK — mais da metade da cidade impactada — evidencia o tamanho da dependência da concessionária e levanta novamente o debate sobre a qualidade do contrato firmado e a real capacidade de atendimento da empresa.


📌 Conclusão

Enquanto a BRK trata como rotina a realização de manutenções programadas, os moradores de Sumaré se sentem cada vez mais inseguros quanto ao abastecimento de água. A cada nova intervenção, cresce a sensação de que o problema não é pontual, mas estrutural.

💧 O que deveria ser um direito básico virou motivo de incerteza e revolta. A população merece mais do que cronogramas de cortes: merece água de qualidade e em quantidade suficiente todos os dias.


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📌 Fontes: BRK Ambiental, Prefeitura de Sumaré.

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