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🚨 R$ 1,8 MILHÃO ESCONDIDO EM PUFF: DELEGADA DENUNCIADA PELA PRÓPRIA IRMÃ JÁ HAVIA ENTRADO EM CONFLITO COM DEOLANE BEZERRA

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Imagem Metrópolis

Maria Corsato afirma que dinheiro encontrado em móvel é herança de uma tia. Corregedoria investiga origem dos valores, enquanto histórico de acusações envolvendo Deolane e Thiago Brennand volta à tona.

💰 DINHEIRO ESCONDIDO EM MÓVEL SURPREENDE POLÍCIA

A delegada Maria Aparecida Rezende Corsato, que atua no 27º Distrito Policial, no Campo Belo, zona sul de São Paulo, tornou-se alvo de investigação da Corregedoria-Geral da Polícia Civil após sua própria irmã acionar a Polícia Militar e relatar a descoberta de uma grande quantia em dinheiro escondida dentro de um puff.

A apreensão aconteceu no sábado (24), em Santo André, no ABC Paulista. Segundo as informações divulgadas, os policiais encontraram aproximadamente R$ 1,8 milhão em moedas nacionais e estrangeiras.

A contagem apontou cerca de R$ 1,246 milhão em reais, US$ 120 mil e aproximadamente 12,7 mil euros, além de anotações manuscritas.

O dinheiro e os documentos foram apreendidos para investigação.

🔎 IRMÃ AFIRMA QUE RECEBEU O PUFF ANTES DAS ELEIÇÕES

De acordo com o relato registrado pelas autoridades, Maria Corsato teria deixado o móvel na residência da irmã em 30 de setembro, quatro dias antes do primeiro turno das eleições.

A familiar afirmou que, no último sábado, decidiu abrir o estofado e encontrou as cédulas escondidas em seu interior.

Segundo o boletim de ocorrência, a irmã também relatou que a delegada havia mencionado uma suposta ordem de busca e apreensão. A defesa de Corsato nega a existência desse mandado.

A Corregedoria investiga a origem dos valores e a possibilidade de responsabilidades administrativas ou criminais.

⚖️ DELEGADA DIZ QUE DINHEIRO É HERANÇA

Maria Corsato nega qualquer irregularidade.

Segundo sua defesa, o dinheiro seria proveniente de uma herança deixada por uma tia, descoberta em 2023, que ainda não havia sido formalmente partilhada ou declarada.

O advogado Gerson Mendonça afirmou que a denúncia teria sido motivada por desentendimentos familiares e destacou que manter dinheiro em espécie não constitui, por si só, crime.

Nas redes sociais, a delegada também atribuiu a atitude da irmã a um conflito pessoal e informou que seus advogados estão adotando providências para prestar esclarecimentos.

A origem alegada dos valores ainda depende de verificação pelas autoridades.

🗳️ VALOR NÃO APARECIA NA DECLARAÇÃO ELEITORAL

Outro ponto que chamou a atenção foi a participação de Corsato nas eleições de 2026.

A delegada disputou uma vaga de deputada estadual por São Paulo pelo União Brasil, recebeu 12.713 votos e não conseguiu se eleger.

Segundo levantamento divulgado pela imprensa, ela declarou aproximadamente R$ 2,8 milhões em bens à Justiça Eleitoral. A quantia encontrada no puff não constava na relação apresentada.

A eventual existência de obrigação de declarar os valores e suas consequências dependerá da apuração sobre a titularidade, a origem e a situação patrimonial do dinheiro.

🔥 CONFLITO COM DEOLANE BEZERRA VOLTA À TONA

O episódio também trouxe novamente às manchetes um conflito anterior entre Maria Corsato e a influenciadora e advogada Deolane Bezerra.

A defesa de Deolane apresentou um relatório elaborado a partir de mais de 70 fontes, incluindo entrevistas, podcasts, publicações em redes sociais e manifestações públicas realizadas entre 2022 e 2026.

Segundo os responsáveis pelo documento, a delegada teria ultrapassado os limites de discrição, impessoalidade e imparcialidade exigidos de uma autoridade policial.

A defesa da influenciadora sustentou que determinadas manifestações públicas poderiam caracterizar abuso de autoridade e desrespeito à presunção de inocência.

As alegações também envolveram declarações sobre familiares de Deolane, especialmente sua mãe, Solange Bezerra.

Essas acusações representam a posição da defesa da influenciadora e não equivalem a uma conclusão judicial sobre a conduta da delegada.

🚨 HISTÓRICO ENVOLVE INVESTIGAÇÃO SOBRE THIAGO BRENNAND

Maria Corsato também já havia sido investigada internamente por suspeitas de favorecimento ao empresário Thiago Brennand, quando conduzia um dos inquéritos relacionados a ele.

Na ocasião, o Ministério Público de São Paulo chegou a recomendar seu afastamento da investigação.

A delegada não foi afastada, e não foram divulgadas informações conclusivas sobre o encerramento daquele procedimento.

O episódio é distinto da atual investigação envolvendo o dinheiro apreendido.

❗ O QUE A CORREGEDORIA PRECISA ESCLARECER?

A investigação deverá esclarecer a origem e a titularidade dos valores, a documentação referente à suposta herança e as circunstâncias em que o dinheiro foi guardado no móvel.

Também será necessário verificar as anotações apreendidas e eventual responsabilidade administrativa ou criminal.

Até o momento, a apreensão do dinheiro não representa prova de lavagem de dinheiro ou de outro crime praticado pela delegada.

O caso coloca sob investigação uma autoridade policial com mais de três décadas de carreira e histórico de exposição pública em casos de grande repercussão.

A conclusão dependerá das provas reunidas pela Corregedoria e da análise das explicações apresentadas pela defesa.

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Fonte: Metrópoles, Folha de S.Paulo, SBT News, Record e Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.

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