Economia
SEGUNDO IBGE, A TAXA DE DESEMPREGO SOBE PARA 7,8% NO TRIMESTRE ENCERRADO EM FEVEREIRO
A taxa de desemprego no Brasil subiu para 7,8% no trimestre encerrado em fevereiro, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este aumento representa um desafio significativo para a economia do país, que ainda está se recuperando dos efeitos da pandemia de COVID-19.
O aumento na taxa de desemprego reflete uma série de fatores, incluindo a desaceleração econômica e as incertezas em torno da pandemia. Muitas empresas foram forçadas a fechar ou reduzir suas operações, resultando em demissões em massa. Além disso, muitos trabalhadores estão encontrando dificuldades para encontrar novas oportunidades de emprego em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.
O aumento na taxa de desemprego também tem implicações significativas para a sociedade brasileira. O desemprego pode levar a um aumento na pobreza e na desigualdade, bem como a problemas de saúde mental e física. Além disso, pode criar tensões sociais e políticas, à medida que as pessoas lutam para encontrar trabalho e sustentar suas famílias.
Em resposta ao aumento da taxa de desemprego, o governo e o setor privado precisarão trabalhar juntos para criar mais oportunidades de emprego e apoiar aqueles que estão desempregados. Isso pode incluir investimentos em educação e treinamento, incentivos para a contratação de trabalhadores e medidas para estimular o crescimento econômico.
Enquanto o Brasil enfrenta esses desafios, é crucial que todos – governo, empresas e cidadãos – trabalhem juntos para enfrentar o problema do desemprego e construir uma economia mais forte e mais inclusiva.
DADOS
- Taxa de desocupação: 7,8%
- População desocupada: 8,5 milhões de pessoas
- População ocupada: 100,25 milhões
- População fora da força de trabalho: 66,8 milhões
- População desalentada: 3,7 milhões
- Empregados com carteira assinada: 37,99 milhões
- Empregados sem carteira assinada: 13,3 milhões
- Trabalhadores por conta própria: 25,4 milhões
- Trabalhadores domésticos: 5,9 milhões
- Trabalhadores informais: 38,8 milhões
- Taxa de informalidade: 38,7%
Na última quarta-feira (27), o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou que o Brasil gerou 306,11 mil empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano, um aumento de 21,2% em comparação com o mesmo período de 2023. Esses dados, provenientes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), são coletados a partir das empresas do setor privado e não incluem trabalhadores informais.
Por outro lado, os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) são coletados através de pesquisas domiciliares e incluem também o setor informal da economia. Embora os resultados dessas duas fontes não sejam diretamente comparáveis, neste caso, ambos indicam uma tendência semelhante de expansão de empregos formais
VEJA A NOSSA MATERIA SOBRE O CAGED: CRESCIMENTO ROBUSTO DO EMPREGO FORMAL: 306 MIL NOVAS VAGAS EM FEVEREIRO – Auge 1
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