Cidades
🚨 CASO DE MAU ATENDIMENTO EM UBS DE NOVA ODESSA ESCANCARA PROBLEMA REGIONAL NA SAÚDE PÚBLICA
A moradora Alzira de Fátima Batista Filadelpho relatou ter vivido momentos de angústia ao procurar atendimento na Unidade Básica de Saúde III “Vereador Pedro Piconi”, em Nova Odessa. Sofrendo com fortes dores e pressão alta, ela afirma que teve o atendimento negado mesmo com salas vazias na unidade.
Ao buscar ajuda no pronto-socorro, um médico alertou que Alzira poderia ter sofrido um infarto ou AVC durante o trajeto, dada a gravidade do quadro. A paciente informou que vai registrar boletim de ocorrência para denunciar a negligência.
⚠️ PROBLEMA NÃO É ISOLADO: É REGIONAL
Segundo relatos coletados pela equipe do Portal Auge1, casos semelhantes são comuns em diversas cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Moradores denunciam que a falta de acolhimento, filas extensas e, principalmente, a presença de cargos comissionados sem qualificação adequada nas unidades de saúde, resultam em um atendimento precário e constrangedor para muitos pacientes.
“O que mais vemos nas UBSs são indicações políticas em vez de profissionais de carreira. Isso compromete a qualidade do atendimento e coloca vidas em risco”, afirmou um servidor que pediu anonimato.
📉 FALTA DE PROFISSIONALISMO E DESCASO COM O PACIENTE
Diversas cidades da região têm registrado queixas semelhantes, com relatos de pacientes não atendidos mesmo em situações de urgência, salas ociosas e profissionais que, segundo usuários, não cumprem o dever básico de acolhimento imediato em casos graves, como previsto em protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Constituição Federal, em seu artigo 196, determina que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo atendimento integral, universal e igualitário. Além disso, a Lei nº 8.080/1990, que regulamenta o SUS, estabelece a obrigatoriedade do atendimento imediato em situações de urgência e emergência.
🏥 MAU ATENDIMENTO É RECORRENTE
Na maioria dos casos, a falta de estrutura, gestão eficiente e contratação por indicação política são apontadas como principais fatores para o colapso no atendimento básico de saúde. Enquanto isso, populações inteiras ficam desassistidas, dependendo de sorte para receber atendimento adequado.
Moradores cobram maior fiscalização do Ministério Público, concursos públicos para profissionais qualificados e o fim do loteamento político de cargos na saúde, prática que compromete a vida de milhares de cidadãos diariamente.
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Fontes: Relato de moradores, Constituição Federal (Art. 196), Lei nº 8.080/1990.
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