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🚨 REFORMA DA PRAÇA DO BOM RETIRO GERA REVOLTA: ÁRVORES ARRANCADAS, REDUÇÃO DE ÁREA DE LAZER E FALTA DE TRANSPARÊNCIA

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Imagem Auge1

🌳 Moradores denunciam corte de 58 árvores, projeto sem consulta pública, obra sem placa obrigatória e risco à segurança de pedestres


📍 A praça que sempre foi o coração da Área Cura agora vive dias de tensão

A Praça do Bom Retiro, um dos principais pontos de lazer, convivência e tradição da Área Cura, em Sumaré, está no centro de uma grande polêmica. A população, que há anos aguardava uma reforma, agora afirma estar sendo surpreendida — e desrespeitada — com o novo projeto da prefeitura, que prevê mudanças significativas sem qualquer tipo de consulta pública.


🌳 58 árvores arrancadas: moradores denunciam destruição ambiental sem justificativa clara

Segundo levantamento da Equipe Auge1, 58 árvores estão sendo removidas da praça — incluindo árvores frutíferas utilizadas há décadas pelos moradores.

  • Cajá Manga
  • Fruta do Conde
  • Jaqueira
  • Figueira
  • Mangueira

Em tempos de debates globais sobre preservação ambiental e mudanças climáticas, o cenário tem sido chamado pelos frequentadores de “desmonte ambiental” ao ser retirada também árvores NATIVAS, como:

  • Pau Formiga
  • Queresmeira
  • Tamboril

Ainda na listagem de árvores, 11 não foram identificadas pela secretaria municipal de sustentabilidade.

Moradores afirmam que a prefeitura reduziu drasticamente as áreas de sombra e gramado, retirando locais que são essenciais para famílias que, tradicionalmente, usam a praça para descanso, piqueniques e lazer infantil aos fins de semana.


🅿️ Praça reduzida para dar lugar a estacionamento: “Estão tirando do povo para colocar carros”

O projeto prevê uma redução significativa da área da praça para implantação de vagas de estacionamento ao redor de todo o contorno.
Com isso, moradores questionam:

  • Para quem é essa obra?

  • Qual é o interesse público real?

  • Por que a prioridade é estacionamento, e não lazer?

A população afirma que a praça sempre foi um espaço para pessoas, e não para carros.


🛒 Área central para feira noturna — que ocorre apenas uma vez por semana — revolta moradores e comerciantes

Outra mudança polêmica é a criação de um espaço central destinado à feira noturna, realizada somente às quartas-feiras.

Para os moradores, isso não justifica transformar toda a estrutura da praça e reduzir as áreas de lazer por causa de uma atividade semanal.

Além disso, denúncias apontam que:

👉 Grande parte dos feirantes não é de Sumaré, mas de cidades vizinhas.
👉 O comércio local sente impacto negativo.
👉 A utilização da praça está sendo moldada por interesses externos, e não pela comunidade do Bom Retiro.


🚻 Projeto não prevê banheiros públicos — e comerciantes denunciam abandono

Um dos pontos mais criticados é a ausência completa de banheiros públicos no projeto da nova praça.

Hoje:

  • A prefeitura aluga banheiros químicos somente às quartas-feiras (dia de feira).

  • Nos demais dias, a população depende da boa vontade de comerciantes locais.

Moradores perguntam:
Como uma praça pública estruturada não tem sanitários permanentes?

Comerciantes relatam transtornos diários, constrangimento com pedidos constantes e aumento de fluxo sem apoio da prefeitura.


🚧 Obra sem placa obrigatória: violação de lei e falta total de transparência

Toda obra pública, por lei, deve ter uma placa contendo:

  • Data de início

  • Data prevista de término

  • Valor total investido

  • Origem dos recursos (municipal, estadual, federal ou iniciativa privada)

  • Empresa executora

  • Responsável técnico

Na Praça do Bom Retiro, não há placa.

Isso coloca a obra em irregularidade, viola normas da transparência pública e pode caracterizar infração administrativa.

Moradores perguntam:
👉 Por que esconder informações?
👉 Quanto está sendo gasto?
👉 Quem financiou?
👉 Qual empresa foi contratada?

Nenhuma resposta foi dada até o momento.


⚠️ Falta de tapumes e risco à população: obra aberta e insegura

Outro ponto gravíssimo:
A obra está sendo executada sem isolamento adequado, oferecendo riscos a:

  • Criculação de pedestres

  • Crianças que brincam no local

  • Idosos que usam o espaço para caminhada

  • Pessoas que vão ao poço artesiano, muito utilizado pela comunidade

O poço segue sendo acessado por moradores em meio a entulho, máquinas e escavações abertas, sem qualquer estrutura de proteção.


📣 Moradores se sentem ignorados e cobram participação popular

A principal reclamação é unânime:
A população não foi ouvida.

Moradores alegam que:

  • Não houve audiência pública

  • Não houve consulta comunitária

  • Não houve apresentação oficial de projeto

  • Não houve discussão com lideranças do bairro

  • Não houve justificativa técnica para a derrubada das árvores

Para a população:
“A praça é nossa. Mas a decisão nunca foi.”


🏛️ A população cobra respostas: onde está a transparência?

O Portal Auge1 traz os questionamentos da população para a Administração Municipal:

  1. Qual o valor total da obra?

  2. Quem está financiando?

  3. Qual empresa executa o contrato?

  4. Por que não existe placa informativa obrigatória?

  5. Por que 58 árvores foram derrubadas?

  6. Por que não existem banheiros públicos previstos?

  7. Qual a necessidade real de estacionamento em toda a volta da praça?

  8. Qual o motivo da obra não ter isolamento?

  9. Por que a população não foi consultada?

  10. Por que feirantes estão pagando segurança privada irregular?

A população aguarda respostas.


🌳 A Praça do Bom Retiro merece respeito — e o povo também

O que está acontecendo ali não é apenas uma reforma.
É uma transformação imposta, sem transparência, sem diálogo e sem justificativa pública clara.

A praça, palco de histórias, infância, cultura e convivência, está sendo mutilada sem que seus verdadeiros donos — os moradores — tenham tido direito à voz.

E o Portal Auge1 seguirá firme ao lado da comunidade.


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📚 Fontes consultadas

– Levantamento e denúncias enviadas por moradores e comerciantes
– Normas de transparência de obras públicas – Lei Federal 6.544/1978 e Decreto nº 2.745/1998
– Diretrizes de urbanismo e participação popular (Estatuto da Cidade – Lei 10.257/2001)
– Apuração da Equipe Auge1

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