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Estado SP

🚨 BEBÊ DE 1 ANO MORRE COM AFUNDAMENTO NO CRÂNIO; PADRASTO É PRESO E POLÍCIA APURA POSSÍVEL VIOLÊNCIA SEXUAL

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Imagem Metrópolis

Criança chegou desacordada à UPA de Pirituba após versão inicial de uma suposta queda; exames identificaram outras lesões e padrasto é investigado por homicídio triplamente qualificado

SÃO PAULO — Uma menina de apenas 1 ano e três meses morreu após chegar desacordada e com múltiplas lesões à UPA de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. O padrasto foi preso, e a Polícia Civil investiga a suspeita de que a criança tenha sido agredida enquanto estava sob os cuidados dele.

O caso aconteceu na noite de terça-feira (1º). Segundo informações divulgadas sobre a investigação, o homem teria agredido a criança após se irritar com o choro dela. Fontes jornalísticas também relatam que ele teria admitido agressões.

A gravidade do caso não termina aí.

A Polícia Civil requisitou exames sexológico, necroscópico e toxicológico, entre outras perícias, para esclarecer as causas da morte e verificar uma suspeita de possível violência sexual contra a menina. Essa hipótese ainda depende dos resultados periciais e não deve ser tratada como fato comprovado.

🚑 VERSÃO INICIAL ERA DE UMA QUEDA

O caso chegou às autoridades depois que profissionais da unidade de saúde perceberam que havia elementos que precisavam ser investigados.

Inicialmente, foi apresentada a versão de que a menina teria sofrido uma queda de aproximadamente dois metros.

Os ferimentos encontrados, entretanto, levantaram suspeitas.

A criança apresentava afundamento craniano e hematomas na região abdominal, além de outros sinais que motivaram os profissionais de saúde a comunicar o caso às autoridades.

A menina chegou desacordada à unidade.

Ela não resistiu.

⚠️ PADRASTO ESTAVA RESPONSÁVEL PELA CRIANÇA

A mãe declarou à polícia que havia deixado a filha aos cuidados do companheiro porque precisava trabalhar.

Segundo as informações disponíveis, ela foi conduzida à delegacia, prestou depoimento e acabou liberada. Há reportagens indicando que a Polícia Civil também apura eventual omissão, sem que isso represente conclusão de responsabilidade por parte da mãe.

O ponto central agora é reconstruir o que aconteceu durante o período em que a menina permaneceu sob os cuidados do padrasto.

🚨 HOMEM SAIU DA UPA E FOI LOCALIZADO EM CASA

Segundo a apuração divulgada, o padrasto acompanhou a chegada da criança à unidade de saúde, mas deixou o local afirmando que buscaria roupas.

Posteriormente, ele foi localizado em sua residência.

Vizinhos teriam conseguido mantê-lo no local até a chegada da Polícia Militar, quando ocorreu a prisão.

O investigado já possuía condenação anterior por tráfico de drogas, segundo as informações divulgadas sobre o caso.

🔎 EXAMES PRECISAM REVELAR O QUE ACONTECEU COM A MENINA

Agora, a perícia assume papel fundamental.

A investigação precisa estabelecer qual lesão provocou a morte, como ocorreu o traumatismo craniano, quando os demais ferimentos foram produzidos e se eles são compatíveis ou não com a versão inicialmente apresentada de uma queda.

Também será necessário esclarecer a suspeita mais delicada do caso: se houve ou não violência sexual.

Neste ponto, cautela é indispensável.

Há uma suspeita que justificou a realização de exames específicos, mas somente os laudos e a investigação poderão confirmar ou afastar essa hipótese.

⚖️ HOMICÍDIO TRIPLAMENTE QUALIFICADO

O padrasto deverá responder, segundo as informações divulgadas, por homicídio triplamente qualificado.

A definição exata das qualificadoras e a responsabilização criminal serão submetidas ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina proteção integral e prioridade absoluta às crianças, que devem ser colocadas a salvo de negligência, violência, crueldade e opressão.

E há uma característica particularmente dramática nesses crimes:

UMA CRIANÇA DE 1 ANO NÃO CONSEGUE CONTAR O QUE ACONTECEU.

NÃO CONSEGUE DENUNCIAR QUEM A MACHUCOU.

NÃO CONSEGUE PEDIR SOCORRO SOZINHA.

Por isso, a atenção de profissionais de saúde, familiares, vizinhos, educadores e integrantes da rede de proteção pode ser decisiva para identificar sinais de violência.

🏥 PROFISSIONAIS DA SAÚDE AJUDARAM A ACIONAR AS AUTORIDADES

A atuação da equipe da UPA também merece destaque.

Diante da condição em que a criança chegou e das lesões identificadas, profissionais da unidade acionaram os órgãos responsáveis, dando início à intervenção das autoridades.

Em casos de suspeita de violência contra crianças, não cabe ao profissional simplesmente aceitar uma explicação sem observar se ela é compatível com os sinais apresentados pela vítima.

A comunicação da suspeita pode ser justamente o primeiro passo para interromper um ciclo de violência.

🕯️ UMA BEBÊ MORTA E MUITAS PERGUNTAS

Uma menina de 1 ano e três meses entrou desacordada em uma unidade de saúde.

Havia uma explicação inicial envolvendo uma queda.

Os ferimentos levantaram suspeitas.

O padrasto acabou preso.

E agora exames periciais também tentam descobrir se, além das agressões investigadas, a criança sofreu algum tipo de violência sexual antes de morrer.

A Polícia Civil terá de reconstruir as últimas horas da vida da menina e estabelecer a responsabilidade de cada envolvido.

O QUE ACONTECEU DENTRO DA CASA ENQUANTO A MÃE TRABALHAVA?

QUANDO AS LESÕES FORAM PRODUZIDAS?

POR QUE A CRIANÇA APRESENTAVA FERIMENTOS ALÉM DO TRAUMATISMO CRANIANO?

E O QUE OS EXAMES PERICIAIS REVELARÃO?

São respostas que agora precisam vir da investigação.

O investigado tem direito à defesa e a responsabilização definitiva dependerá do processo judicial.

#SãoPaulo #Pirituba #ViolênciaContraCriança #ProteçãoÀInfância #PolíciaCivil #ECA #Homicídio #Investigação #Auge1

Fonte: Polícia Civil, informações das autoridades e reportagens sobre a ocorrência.

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