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Rodrigo Santana deixa comando da Ponte Preta após quarta derrota seguida

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O técnico Rodrigo Santana deixou o comando da Ponte Preta após a derrota por 4 a 2 para o CRB, no último domingo |(24), em Maceió, pela Série B do Campeonato Brasileiro. A Macaca chegou a abrir 2 a 0 no placar, mas sofreu a virada e acumulou a quarta derrota consecutiva na competição.

Técnico colocou cargo à disposição

Em reunião realizada na segunda-feira (25), Rodrigo Santana comunicou à diretoria que desejava deixar o cargo.

Na tarde desta terça-feira (26), o clube confirmou oficialmente a saída do treinador e informou que o pedido partiu do próprio profissional, “por conta dos resultados e alegando questões familiares”.

Rodrigo Santana comandou a Ponte em 12 partidas, somando:

três vitórias;

um empate;

e oito derrotas.

Crise nos bastidores pesou para saída

Além da sequência negativa dentro de campo, o ambiente turbulento nos bastidores também influenciou a decisão do treinador.

A Ponte vive uma grave crise financeira e enfrenta atrasos salariais envolvendo jogadores e funcionários.

Na última semana, o zagueiro David Braz deixou o clube e o volante Rodri Saravia também pediu saída.

Já o atacante Bryan Borges, artilheiro da equipe na temporada, foi afastado após desentendimento com o vice-presidente Marco Antonio Eberlin.

O dirigente, inclusive, virou alvo frequente de protestos da torcida alvinegra.

Ponte busca terceiro técnico no ano

Com a saída de Rodrigo Santana, a diretoria inicia a procura pelo terceiro treinador da equipe em 2026.

O departamento de futebol da Ponte Preta informou que já trabalha com alguns nomes, mas ainda sem definição oficial.

A derrota para o CRB manteve a Ponte Preta na vice-lanterna da Série B, com apenas sete pontos conquistados.

O próximo compromisso da Macaca será no dia 1º de junho, contra o Botafogo-SP, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Guarani e Ponte Preta já cederam cinco jogadores para Copa do Mundo; veja quem são

A mostra será realizada no Parque Portugal, na Lagoa do Taquaral, com entrada gratuita. Segundo a Prefeitura, esta será a primeira vez que os dois clubes estarão juntos em um mesmo espaço cultural em uma exposição dedicada ao Dérbi Campineiro.

Além de celebrar um dos clássicos mais tradicionais do futebol brasileiro, a iniciativa busca valorizar a relação histórica de Campinas com o esporte e destacar a contribuição de atletas revelados ou vinculados aos clubes para a história das Copas do Mundo.

O público poderá conferir imagens, registros históricos e materiais que resgatam momentos marcantes do futebol campineiro e da trajetória de jogadores que defenderam a Seleção Brasileira em diferentes edições do Mundial.

Na Copa do Mundo de 1986, realizada no México e vencida pela Argentina, o Guarani teve o seu único representante em Mundiais: o zagueiro Júlio César. Ele esteve em campo em todas as cinco partidas do Brasil no torneio, incluindo a eliminação, nas quartas de final, nos pênaltis, contra a França. Foi escolhido como o melhor defensor do torneio.

Em 1978, o zagueiro Amaral deixou o Guarani para defender o Corinthians um pouco antes da Copa do Mundo. Antes mesmo de chegar a entrar em campo pela equipe da capital paulista, foi convocado para o torneio pelos méritos demonstrados no Bugre, mas não entrou na contagem, pois já era atleta do time do Parque São Jorge.

Ex-zagueiro posa com a camisa usada pela Seleção na Copa do Mundo de 1986 — Foto: Carlos Velardi / EPTV

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Ainda em 1978, a Ponte Preta teve, de uma só vez, três convocados para a Copa do Mundo. O goleiro Carlos, que também foi chamado em 1982, quando ainda defendia a Macaca, além dos zagueiros Oscar e Polozzi.

Carlos não chegou a entrar em campo nas primeiras duas Copas que participou. Foi ganhar uma oportunidade como titular apenas em 1986, quando defendia o Corinthians. Sofreu apenas um gol em cinco jogos, mas ficou marcado pelo pênalti de Bruno Bellone, que bateu na trave, voltou em suas costas e entrou.

“Não esperava chegar à Copa do Mundo com a Ponte Preta, foi uma surpresa muito boa para mim.” Essa declaração já foi dada por Oscar em várias oportunidades. Ele chegou a jogar os sete jogos da Copa de 1978, na Argentina, vencida pelos donos da casa. O defensor também atuou em 1982 e em 1986, mas como jogador do São Paulo.

O zagueiro Polozi esteve na Copa do Mundo de 1978, mas não entrou em campo. Foi o único Mundial do defensor, que, mais tarde, deixou a equipe campineira para reforçar o Palmeiras.

Polozzi atuou de 1975 a 1978 e em 1983 e duisputou Copa do Mundo de 1978 (Foto: Acervo PontePress)

A Ponte Preta adorava colocar zagueiros na Copa do Mundo. Juninho representou o clube em 1982, ano em que a Espanha sediou o torneio e a Itália acabou com o título. O atleta da Macaca, que chegou a jogar também por Corinthians e Cruzeiro, não entrou em campo no Mundial.

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