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Brasil

Fraude no INSS: AGU aponta ligação com governo anterior e critica “lacração” de deputado oposicionista

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Durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o ministro da AGU, Jorge Messias, relacionou a estruturação do esquema de fraude no INSS ao governo de Jair Bolsonaro, afirmando que a “engenharia criminosa” que lesou aposentados e pensionistas foi montada no período anterior à atual gestão.

“Todos sabem a situação lamentável que encontramos o INSS, autarquia desmontada, sem servidores, sem sistema. Conseguimos desbaratar essa fraude, mas quero dizer que também não foi fácil”, declarou.

O ministro citou a inclusão da Dataprev no processo de desestatização durante o governo anterior como parte do enfraquecimento da capacidade de fiscalização da autarquia. “Essa empresa foi desmontada para ser vendida. Assim que Lula assumiu, retirou a empresa da lista de desestatização”, afirmou Messias.


🎯 Críticas indiretas a Nikolas Ferreira

Sem citar nomes diretamente, Jorge Messias criticou a postura de parlamentares da oposição que usaram o caso para atacar o governo atual. O comentário foi entendido como uma resposta ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que publicou vídeo cobrando explicações do Planalto.

“Vi que um deputado fez um vídeo ontem com o objetivo de lacrar e causar terror e pânico na população”, disparou o ministro. “É importante que ele questione ao presidente que ele apoiou.”

Messias ainda cobrou explicações sobre por que o Ministério da Previdência do governo anterior não tomou providências diante de denúncias já existentes sobre fraudes. Também pediu que se investigue o papel da Casa Civil na sanção de medidas que afrouxaram a revalidação periódica de entidades, abrindo espaço para os abusos.


📌 Contextualização

As críticas do ministro acontecem em meio a uma tentativa do governo de afastar a narrativa de que a responsabilidade pelas fraudes seja da atual gestão. Segundo ele, a raiz do problema está na falta de fiscalização entre 2019 e 2022, período no qual os descontos indevidos cresceram significativamente.

O discurso de Messias reforça a linha adotada pelo governo nas últimas semanas: investigação total, independentemente do lado político. A frase “doa a quem doer” foi repetida pelo ministro, já consolidada como um dos lemas da Operação Sem Desconto.


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