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🚨 Agro fica em 5º lugar: só 5% dos investimentos chineses no Brasil – 💰 Eletricidade e petróleo lideram

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💰 Eletricidade e petróleo lideram aportes que somaram US$ 77,5 bilhões

📊 Apesar de a China ser o principal parceiro comercial do Brasil no agronegócio, os investimentos diretos do país asiático seguem outra lógica. Entre 2007 e 2024, o setor agrícola respondeu por apenas 5% do valor total investido e ocupou a quinta posição no ranking setorial, segundo levantamento do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), divulgado em setembro de 2025.


Setores mais atrativos: eletricidade e petróleo ⚡🛢️

O setor elétrico foi o grande destaque, com 45% do total investido e 41% dos projetos, impulsionado por usinas hidrelétricas e energias renováveis.
Na sequência, o petróleo absorveu 29% do valor, embora tenha registrado apenas 7% dos empreendimentos.

A indústria manufatureira aparece em 3º lugar no valor (8%) e em 2º na quantidade de projetos (22%), refletindo maior pulverização. Já a mineração ficou com 6% e as obras de infraestrutura com 4%.


Sudeste concentra investimentos 🗺️

Mais da metade dos aportes chineses se concentrou no Sudeste (54%).

  • São Paulo lidera com 35,6% dos empreendimentos;

  • Minas Gerais vem em segundo com 12%;

  • Goiás ocupa a terceira posição (6,1%);

  • Bahia aparece em quarto lugar.


Manufatura em transformação 🏭🚗

Dos 68 projetos manufatureiros registrados, 50% foram destinados ao setor automotivo, incluindo montadoras e peças.
Outros destaques:

  • 22% em aparelhos e materiais elétricos;

  • 16% em máquinas e equipamentos;

  • Além de aportes em químicos, têxteis e produtos médicos.


2024: ano de virada nos investimentos 📈

O ano passado foi histórico:

  • US$ 4,18 bilhões investidos, alta de 113% em relação a 2023;

  • 39 projetos confirmados, recorde da série e crescimento de 34%;

  • O Brasil ficou em 3º lugar no mundo em recebimento de capital chinês, atrás apenas do Reino Unido e da Hungria.

O setor elétrico seguiu na liderança, com 56% dos projetos e foco em energia renovável. Dos investimentos, 69% estavam ligados à sustentabilidade e energia verde, alinhados à política “Nova Indústria Brasil”.


Diversificação geográfica 🌍

Em 2024, os aportes se espalharam por 14 estados, contra 8 no ano anterior.

  • São Paulo manteve a liderança (31%), mas perdeu participação relativa;

  • Minas Gerais caiu para 14,3%;

  • Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul ganharam destaque (9,5% cada).

Outro ponto importante: 79% dos investimentos foram greenfield, ou seja, criação de novos empreendimentos, e não apenas compra de ativos já existentes.


📌 O estudo confirma que o Brasil segue como destino estratégico para os investimentos chineses, mas mostra que a parceria vai muito além do campo. Energia, petróleo, manufatura e infraestrutura estão no centro do interesse chinês, consolidando setores-chave para a modernização econômica brasileira.

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📑 Fonte: Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), Banco Central, levantamento 2007-2025.

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