Cidades
🏭⚠️ Mau cheiro da ETE Jatobá: pressão política e prazo técnico — “Dias contados”, diz deputado Dirceu Dalben
🧾 Resumo do caso
O problema de odores na região da ETE Jatobá, em Hortolândia, voltou ao centro das atenções após manifestação pública do deputado estadual Dirceu Dalben, que destacou ter cobrado as autoridades e anunciado que o incômodo “está com os dias contados”. A Agência Reguladora (Arsesp) sinalizou falhas operacionais graves; a Sabesp afirma que já executa obras com conclusão prevista para setembro de 2025.
“Após cobrança do nosso mandato, em defesa de moradores de Hortolândia, o mau cheiro causado pela ETE Jatobá está com os dias contados!” — Dirceu Dalben (trecho da postagem do parlamentar).
🔎🧪 O que a Arsesp encontrou (fiscalização)
A fiscalização administrativa apontou problemas estruturais e operacionais que ajudam a explicar o odor persistente:
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Dragagem não realizada por mais de dez anos nas lagoas — acúmulo de lodo favorece libertação de odores;
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Sobrecarga operacional: estação operando além da capacidade inicialmente projetada;
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Equipamentos e tubulações com sinais de desgaste e ausência de manutenção adequada;
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Relatórios técnicos que indicam necessidade de intervenções imediatas para retomar a normalidade.
A Arsesp deu prazos regimentais para correção das irregularidades e acompanhamentos periódicos da Sabesp.
🛠️🏗️ Sabesp anuncia obras e prazo de conclusão
Em nota, a Sabesp informou que já iniciou serviços emergenciais e obras corretivas para mitigar os odores e recuperar a operação plena da ETE, incluindo:
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remoção/dragagem do lodo das lagoas;
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substituição/recuperação de sopradores, difusores e tubulações;
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intervenções em tanques de aeração e pontos de vazamento;
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medidas auxiliares de controle de odor (drenagem, barreiras, cobertura/biobarreiras).
A companhia manifestou previsão de conclusão das intervenções emergenciais até setembro de 2025, com cronograma de ações e monitoramento por parte da agência reguladora.
🗣️📣 A atuação do deputado Dirceu Dalben — cobrança e visibilidade política
O deputado Dirceu Dalben publicou em redes sociais que interveio em nome dos moradores e destacou a atuação do mandato na cobrança às instituições responsáveis. A mobilização política teve papel relevante para acelerar fiscalizações e reunir representantes da Prefeitura, Arsesp e Sabesp em mesas técnicas.
No comunicado do mandato, Dalben ressaltou o objetivo de garantir qualidade de vida e disse que continuará acompanhando as obras até a solução definitiva.
👥🏥 Impacto à população e repercussão local
Moradores vêm relatando incômodos cotidianos — odores intensos, náuseas e prejuízo à qualidade de vida — e cobram transparência sobre prazos, custos e fiscalizações. Audiências públicas e reuniões técnicas já foram convocadas pela Prefeitura e pela sociedade civil para acompanhar o processo.
Organizações locais e conselhos de saúde e meio ambiente pedem a publicização dos laudos e a presença de representantes comunitários nas inspeções.
✅📌 O que precisa ocorrer agora (agenda mínima exigida pela comunidade)
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Conclusão das obras emergenciais com comprovação técnica (testes e medições de emissão de odores).
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Cronograma público e detalhado da Sabesp com metas e etapas, atualizado semanalmente.
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Relatórios de monitoramento da Arsesp e da CETESB acessíveis à população.
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Participação comunitária em vistorias e audiência pública de avaliação pós-obras.
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Plano de médio prazo para modernização ou substituição da ETE, se necessário, evitando reincidência.
🧾 Transparência e cobrança permanente
A intervenção do deputado Dirceu Dalben deu visibilidade e colocou pressão institucional sobre os responsáveis, mas moradores e especialistas cobram que a fiscalização não seja apenas retórica: querem resultados técnicos, laudos públicos e garantias de manutenção contínua — não apenas obras emergenciais que não resolvam a raiz do problema.
O mandato do deputado, segundo sua postagem, continuará acompanhando as ações até a plena normalização — e a população promete manter a vigilância.
📣 Conclusão
A conjuntura mostra um avanço — houve fiscalização, reconhecimento do problema e início das obras —, mas a comunidade seguirá exigindo provas técnicas de melhoria (medições de odor, relatórios e vistorias) e um plano permanente para que o episódio não retorne. O prazo apontado por Sabesp (setembro/2025) vira agora a bandeira da cobrança cívica: se não for cumprido, a pressão será ampliada.
📰 Redação Auge1
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