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💉 Sumaré capacita profissionais para transição da insulina NPH para Glargina na rede pública

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Foto de Divulgação

Treinamento reúne equipes da Atenção Primária e prepara profissionais para armazenamento, aplicação, prescrição e acompanhamento de pacientes diante da incorporação da insulina de ação prolongada ao SUS

A Secretaria Municipal de Saúde de Sumaré realizou nesta semana mais uma etapa de capacitação de profissionais da Atenção Primária à Saúde para utilização da Insulina Glargina. O treinamento aconteceu na Sala de Conferências do Centro Administrativo de Nova Veneza.

A iniciativa integra a preparação da rede municipal para a transição gradual da insulina humana NPH para a Insulina Glargina, análogo de insulina de ação prolongada incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A mudança exige atualização das equipes porque envolve não apenas a disponibilização de uma nova apresentação de insulina, mas também critérios de indicação, orientação dos pacientes, armazenamento, aplicação, prescrição e acompanhamento clínico.

🩺 Diferentes profissionais participam do treinamento

A capacitação reuniu profissionais diretamente envolvidos no atendimento e na dispensação dos medicamentos na rede municipal.

Participaram médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, farmacêuticos e auxiliares de farmácia.

Durante o treinamento, as equipes receberam orientações sobre armazenamento e administração da Glargina, critérios para utilização, procedimentos de prescrição e mudanças nos fluxos de acompanhamento das pessoas com diabetes.

A preparação é importante principalmente durante o período de transição, quando pacientes e profissionais precisam compreender corretamente as diferenças entre as terapias e seguir as orientações individualizadas para cada tratamento.

💉 Insulina de ação prolongada

A Insulina Glargina pertence ao grupo dos análogos de insulina de ação prolongada, desenvolvidos para proporcionar um perfil basal mais prolongado.

A incorporação ao SUS amplia as possibilidades terapêuticas disponíveis para pessoas com diabetes, mas a utilização deve obedecer aos critérios clínicos e protocolos definidos pelo sistema público de saúde.

Por isso, a substituição não deve ser interpretada pelo paciente como autorização para simplesmente trocar uma insulina pela outra por conta própria.

Qualquer mudança no esquema de insulinoterapia precisa ser orientada pelos profissionais responsáveis pelo acompanhamento do paciente.

Dosagem, horários e combinação com outros medicamentos podem variar conforme as condições clínicas individuais.

🏥 Secretaria destaca segurança durante a transição

O secretário municipal de Saúde, Frederico Almeida, destacou que a qualificação das equipes é necessária para que a mudança ocorra de maneira segura.

“A atualização dos profissionais é fundamental para garantir segurança e qualidade na assistência às pessoas com diabetes. A transição para a Insulina Glargina exige conhecimento dos critérios de indicação, dos procedimentos de aplicação e dos novos fluxos de atendimento.”

Segundo o secretário, a capacitação também busca fortalecer a assistência prestada pela rede municipal.

“Com a capacitação, fortalecemos as equipes e asseguramos um cuidado cada vez mais qualificado na nossa rede municipal.”

⚠️ Pacientes devem aguardar orientação da rede de saúde

Para os usuários do SUS que atualmente utilizam insulina NPH, a informação mais importante é que a transição ocorre de maneira gradual e dentro dos critérios estabelecidos para a nova terapia.

O paciente não deve interromper o medicamento disponível nem alterar sozinho quantidade ou frequência das aplicações na expectativa de receber a Glargina.

A orientação deverá partir da equipe responsável pelo acompanhamento.

A capacitação realizada em Sumaré busca justamente preparar UBSs, profissionais de enfermagem, médicos e farmácias da rede para que os usuários recebam informações adequadas durante esse processo.

🔎 Informação será fundamental na mudança

A chegada de uma nova alternativa terapêutica ao SUS representa avanço na assistência, mas também aumenta a responsabilidade da rede pública durante a implantação.

Além de disponibilizar o medicamento aos pacientes que preencham os critérios estabelecidos, será importante garantir que cada usuário saiba qual insulina deverá utilizar, como aplicá-la, como armazená-la e qual esquema deverá seguir.

A capacitação dos profissionais é, portanto, uma das etapas essenciais para evitar erros durante a transição e garantir continuidade do tratamento das pessoas com diabetes atendidas pelo município.

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Fonte: Prefeitura de Sumaré – Secretaria Municipal de Saúde.

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