A morte de Roseli Montardin, de 47 anos, em Chapecó, expõe mais uma vez uma realidade brutal: a violência contra a mulher continua acontecendo de forma cruel, mesmo diante de um dos conjuntos de leis mais robustos do país.
🔫 EXECUÇÃO EM PLENA VIA PÚBLICA
O crime ocorreu no bairro Bela Vista, na esquina com a Rua Brusque. Segundo informações preliminares, Roseli foi surpreendida pelo principal suspeito — apontado como ex-companheiro — e atingida por disparos na região da cabeça.
📌 A vítima morreu no local.
O que torna o caso ainda mais devastador:
👉 o crime teria acontecido na presença dos próprios filhos.
🚔 SUSPEITO FORAGIDO E BUSCAS INTENSAS
Após o assassinato, o suspeito fugiu em direção à região sul da cidade.
As forças de segurança seguem em buscas, mas até o momento:
❗ Nenhuma identificação oficial foi divulgada
❗ Nenhuma prisão foi confirmada

⚖️ LEIS EXISTEM — MAS FUNCIONAM?
O Brasil possui legislações específicas e consideradas avançadas no combate à violência contra a mulher, como:
- Lei Maria da Penha
- Lei do Feminicídio
Essas leis preveem:
✔️ Medidas protetivas
✔️ Afastamento do agressor
✔️ Prisão preventiva
✔️ Agravamento de pena em casos de morte
👉 Mas diante de mais um caso fatal, a pergunta volta com força:
❓ Por que, mesmo com leis, mulheres continuam sendo mortas?
🚨 FALHA NA EXECUÇÃO OU NO SISTEMA?
Sem afirmar o que ocorreu especificamente neste caso — que ainda está sob investigação — especialistas apontam que muitos feminicídios no Brasil envolvem:
- Histórico de violência anterior
- Falta de monitoramento efetivo de agressores
- Medidas protetivas que não são fiscalizadas
- Demora na resposta do sistema
📌 O problema, muitas vezes, não está na ausência de lei — mas na sua aplicação.
🧠 POLÍTICAS PÚBLICAS: DISCURSO OU EFETIVIDADE?
O caso reacende uma cobrança inevitável aos gestores públicos:
👉 Quantas campanhas são feitas… e quantas vidas são efetivamente protegidas?
👉 Quantas medidas são concedidas… e quantas são fiscalizadas?
A sociedade começa a questionar:
❗ Estamos investindo em proteção real ou apenas em discurso institucional?
⚠️ O CICLO QUE SE REPETE
Casos como o de Roseli seguem um padrão que se repete em todo o país:
- Relacionamento conturbado
- Escalada de violência
- Falta de intervenção eficaz
- Desfecho trágico
👉 E quase sempre, após o crime, vem a mesma reação:
“Vamos apurar.”
🧾 CONCLUSÃO
A morte de Roseli Montardin não pode ser tratada como mais um número.
Ela representa uma falha que precisa ser enfrentada com seriedade:
👉 não basta ter leis — é preciso fazer com que elas funcionem.
Enquanto isso não acontece, a pergunta permanece:
❗ quantas Roselis ainda serão necessárias para transformar proteção em realidade?
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📚 FONTES
Polícia Militar; informações preliminares da investigação; legislação brasileira vigente sobre violência contra a mulher.
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