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🚨SUMARÉ: REFORMA DA PRAÇA DO BOM RETIRO EXPÕE PROBLEMAS; VEREADORES FECHAM OS OLHOS, E A POPULAÇÃO ABRE…

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Imagem Auge1 - Supressão de Mangueira

🌳 DESRESPEITO AO MEIO AMBIENTE, FALTA DE TRANSPARÊNCIA E VEREADORES OMISSOS ACELERAM INDIGNAÇÃO POPULAR


🔥 A POPULAÇÃO ACORDOU: MATÉRIA DO AUGE1 EXPLODE NAS REDES E REVELA O QUE A CÂMARA NÃO QUIS ENXERGAR

A repercussão da matéria publicada pelo Portal Auge1, na quarta-feira (03), escancarou aquilo que muita gente já sentia, mas não verbalizava: os moradores da região da Área Cura estão abandonados pelos vereadores que deveriam representá-los. A reportagem exibiu irregularidades técnicas da obra, como a falta de segurança, possíveis irregularidades ambientais e questões legais na reforma da Praça do Bom Retiro, e a resposta foi imediata — a obra parou nos últimos dois dias após a matéria.

Segundo comerciantes e moradores, nenhuma árvore foi arrancada na quinta e sexta-feira, e as máquinas sequer foram ligadas. Coincidência? Moradores dizem que não. O medo da pressão pública finalmente chegou aos gabinetes?


🌳 50 ÁRVORES SERÃO ARRANCADAS? — NO RELATÓRIO CONSTA “11 SEM IDENTIFICAÇÃO”

O relatório técnico que autorizou o corte das árvores aponta 11 árvores classificadas como “sem identificação” — segundo apurado pela reportagem, seriam os tocos secos.

A divergência encontrada nessa questão é que se analisarmos a relação de “compensação de plantio”, segundo informações, todas tem a co-relação de quantidade de árvores segundo suas respectivas espécies para replantarem na cidade.

A Secretaria Municipal de Sustentabilidade, responsável por aprovar o relatório, precisa explicar como uma análise com tamanha falha técnica pode ter sido autorizada.

Em caso de árvores “não identificadas” pela secretaria, deve ser contratado especialista ambiental para identificar 100% das árvores.

Vale lembrar que o mundo inteiro discutiu políticas ambientais rigorosas recentemente na COP30 — enquanto em Sumaré autoriza-se corte de árvores sem sequer identificar todas elas. É o oposto do que pede a comunidade científica mundial.

Ainda falando sobre meio ambiente, a expressiva redução de árvores e também a expressiva redução de solo livre para absorção de água, pode aumentar o volume de água que se acumulará em correnteza pela Rua Eng. Jaime Pinheiro Ulchôa Cintra, podendo aumentar as ocorrências de alagamento na região de divisa dos bairros Jd. Bom Retiro e Pq. Bandeirantes.


📢 MORADORES DENUNCIAM: ‘PRAÇA DO POVO’ E ‘NÃO PRAÇA DA FEIRA’

Entre os principais pontos exigidos pelos moradores estão:

  • 🚫 Redução da área de lazer sem justificativa técnica;

  • 🚫 Prioridade da reforma em acomodar feirantes (de fora da cidade), desconfigurando o espaço comunitário;

  • 🟢 Manutenção das árvores frutíferas, tradição local;

  • 🧼 Construção de banheiro público, ignorada no projeto;

  • 📍 Instalação da placa obrigatória da obra, ausente até hoje, contrariando a Lei Federal nº 6.666/93 sobre licitações e publicidade de contratos;

  • 🏗️ Apresentação dos custos detalhados, empresas participantes e vencedoras — tudo ainda oculto da população.

O que deveria ser uma reforma para melhorar a vida dos moradores tornou-se uma obra sem transparência, sem consulta pública e sem respeito ambiental.

Moradores e comerciantes destacam que a feira ocorre apenas 1 vez na semana e que a população usufrui da praça todos os dias, solicitando que não se tenha no projeto esse amplo espaço central em piso de concreto ou pedras para as feiras, mas sim o máximo de espaço de gramado para práticas de esportes e piqueniques como de costume da população.


🏛️ CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ: OPOSIÇÃO QUE VIROU BASE E ESQUECEU O VOTO DO SEU ELEITOR

O ponto mais sensível da revolta popular é classificada por moradores como omissão quase unânime da Câmara Municipal.

Vereadores que foram eleitos como oposição à atual gestão hoje:

  • gravam vídeos na praça fazendo promoção pessoal e elogiando e agradecendo o prefeito, fechando os olhos para os erros apontados na matéria;

  • evitam publicamente cobrar explicações da Prefeitura;

  • não apresentam requerimentos, ofícios, estudos ou fiscalizações efetivas;

  • aprovam quase 100% de tudo o que a gestão envia para votação, sem questionamentos.

Moradores reforçam que o comportamento é visto como traição ao voto que receberam.

Após a repercussão da matéria, o vereador Hélio Silva, presidente da Câmara, tem procurado moradores para oferecer apoio.

Apesar de o presidente da Câmara normalmente não votar os projetos na casa, diante de uma Câmara em que 16 vereadores votam a favor da gestão, a população espera que dentro de sua prerrogativa de presidente, seja pautado nas sessões o interesse popular, e fica a poder da população pressionar os vereadores que deveriam estar em condição de oposição ao governo e do lado do povo, segundo os votos recebidos nas eleições que os elegeram.

A matéria destaca sobre 16 vereadores votarem sempre a favor da gestão, com base em nossa equipe acompanhar todas as sessões da Câmara Municipal e isso se repete rotineiramente, estando registrados em vídeos das sessões no perfil da Cãmara no youtube.

Cabe a população acompanhar as sessões, se atentar sobre ‘uma suposta conivência’ na atuação de vereadores com a gestão, para reaverem seus votos nas urnas em 2028, buscando o interesse público e principalmente, a garantia constitucional de “Poderes Independentes”. 


📜 O QUE DIZ A LEI: POPULAÇÃO TEM DIREITO DE COBRAR — E A CÂMARA TEM OBRIGAÇÃO DE FISCALIZAR

A omissão dos vereadores afronta diretamente:

● CONSTITUIÇÃO FEDERAL — ART. 31

Os vereadores são responsáveis pela fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Município.

● LEI ORGÂNICA DE SUMARÉ — ART. 18 E 19

Determina que o Legislativo deve fiscalizar atos do Executivo e defender o interesse público.

● LEI FEDERAL 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação)

Obras públicas devem ter transparência integral, inclusive valores, responsáveis e cronograma.

● CÓDIGO FLORESTAL E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL

Exigem identificação completa das espécies, justificativa técnica para remoção e compensação ambiental adequada.

Nada disso foi fiscalizado pelos vereadores.


📰A IMPRENSA MOSTRA E A POPULAÇÃO REAGE

A matéria publicada pelo Auge1 cumpre o papel constitucional da imprensa em levar as informações como devem ser, na natureza e realidade dos fatos, sem dar atenção a sugestões de pautas de assessoria política. Essa transparência mobilizou moradores, comerciantes e grupos comunitários.
Agora, moradores se organizam para ir à Câmara de Sumaré exigir posicionamento público dos vereadores e documentos oficiais da obra.

Enquanto isso, a Prefeitura segue sem responder:

  • por que aprovou supressão das árvore?

  • por que não identificou 11 delas?

  • por que não instalou placa de obra?

  • por que falta segurança para operários e pedestres?
  • por que reduziu a área de lazer para favorecer a feira?

  • por que alterou a praça sem diálogo com a população?

  • por que dados da licitação seguem fora do alcance do público?

A cidade quer respostas — e não vídeos políticos gravados na praça.


🔥 A INDIGNAÇÃO CRESCE: FALTA REPRESENTATIVIDADE REAL DA CÂMARA?

O povo da Área Cura está dizendo em alto e bom som:

“Não temos representantes na Câmara.”

A desconfiança cresceu, a obra foi parada e a cidade inteira está debatendo a falta de transparência.
A reforma da Praça do Bom Retiro virou símbolo de algo maior:

👉 a luta por respeito ao voto, transparência pública e responsabilidade ambiental.

Sumaré não quer silêncio institucional.
Quer explicações.
Quer a fiscalização por parte dos vereadores; que cumpram o papel Constitucional de fiscalizar o poder público e não as pessoas civis e/ou empresas privadas, como temos visto em alguns casos publicados nas redes sociais de vereadores e até deputado.


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📚 FONTES CONSULTADAS

– Constituição Federal
– Lei Orgânica do Município de Sumaré
– Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação)
– Legislação ambiental brasileira e municipal
– Relatos de moradores e comerciantes da Praça do Bom Retiro

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