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Brasil

🚫 Anvisa proíbe venda de azeite Ouro Negro, sal do Himalaia Kinino e “Chá do Milagre” em todo o país

Publicado em

Imagem Agencia Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial da União, novas determinações de proibição e apreensão de produtos alimentícios irregulares comercializados no Brasil. Entre eles estão o Azeite Extra Virgem Ouro Negro, o Sal do Himalaia Kinino e o “Chá do Milagre”, este último de origem desconhecida.


🧴 Azeite Ouro Negro e sal do Himalaia Kinino são recolhidos

Segundo a Anvisa, todos os lotes do azeite Ouro Negro e do sal do Himalaia da marca Kinino devem ser retirados imediatamente do mercado. A decisão foi tomada após irregularidades nas condições de fabricação e rotulagem, que comprometem a segurança do consumo.

A agência determinou a apreensão dos produtos e proibição de fabricação, distribuição e comercialização, até que as empresas responsáveis regularizem a situação junto ao órgão. O objetivo é evitar que itens sem comprovação de qualidade e procedência cheguem ao consumidor final.


🍵 “Chá do Milagre” é classificado como irregular

Outro produto incluído na lista é o “Chá do Milagre”, que vinha sendo vendido com promessas de efeitos medicinais, algo proibido pela legislação sanitária brasileira.

De acordo com a Anvisa, o produto é fabricado por empresa desconhecida e foi identificado em canais de venda online, com alegações de “cura”, “emagrecimento” e “tratamento de doenças”. A prática é considerada ilegal, pois alimentos e chás não podem ser comercializados com alegações terapêuticas ou medicinais.


⚠️ Riscos ao consumidor e orientações

A Anvisa alerta que o consumo de produtos sem registro ou sem procedência comprovada pode representar risco à saúde, já que não há controle sobre sua composição, pureza e qualidade sanitária.

O órgão orienta os consumidores a:

  • Verificar o rótulo antes da compra, buscando o número de registro da Anvisa;

  • Evitar produtos com alegações de cura ou benefícios milagrosos;

  • Denunciar a comercialização irregular de produtos por meio do site da Anvisa ou das vigilâncias sanitárias locais.


🏛️ Ações de fiscalização continuam

A Anvisa reforçou que continua realizando ações de monitoramento e fiscalização em todo o país para coibir a distribuição e venda de alimentos e suplementos irregulares, garantindo a segurança da população.

As proibições publicadas no Diário Oficial da União têm validade imediata e obrigam os estabelecimentos a retirarem os produtos das prateleiras, sob pena de autuação e multa.


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Fontes: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) / Diário Oficial da União / Ministério da Saúde.

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