Brasil
🧡 MAIO LARANJA TERMINA, MAS A PROTEÇÃO CONTINUA: INSTITUTO PROTEJA ENCERRA MÊS HISTÓRICO COM SILÊNCIOS QUEBRADOS
Sob liderança da Dra. Claudia Camargo, ações realizadas em Campinas e Pirassununga transformaram informação em ferramenta de proteção para crianças, adolescentes e famílias
O Maio Laranja de 2026 chega ao fim deixando uma marca profunda em Campinas, Pirassununga e em inúmeras famílias que participaram das ações promovidas pelo Instituto Proteja. Muito além de uma campanha de conscientização, o mês se transformou em um grande movimento de acolhimento, orientação, prevenção e fortalecimento das redes de proteção à infância.
Ao longo das últimas semanas, a Auge TV e o Portal Auge1 acompanharam e divulgaram diversas ações realizadas pelo Instituto Proteja, levando informação, orientação e conscientização para milhares de pessoas.
Com o tema “CRIANÇA ORIENTADA NÃO FICA CALADA”, a campanha deste ano ampliou ainda mais seu alcance, mobilizando escolas, igrejas, famílias, educadores, especialistas, voluntários e mães que transformaram a própria dor em missão de vida.
Dra. Claudia Camargo esteve à frente de toda a mobilização
Se existe uma figura diretamente ligada à construção e ao fortalecimento das ações realizadas neste Maio Laranja, essa figura é a Dra. Claudia Camargo, diretora do Instituto Proteja.
Ao longo de todo o mês, ela coordenou encontros, palestras, mobilizações sociais, eventos educativos, ações de conscientização e articulações que reuniram profissionais de diversas áreas em torno da defesa da infância.
Mais do que organizar eventos, Dra. Claudia conduziu um trabalho de acolhimento humano, aproximando famílias, fortalecendo mães que carregam histórias de dor e criando espaços seguros para que muitas pessoas finalmente encontrassem coragem para falar sobre traumas que permaneceram guardados durante anos.
Durante uma das lives de encerramento das ações, ela resumiu o espírito do projeto:
“Deus tem levantado mulheres muito fortes para abraçar a causa e levarmos a proteção às crianças. Eu não perdi um filho. Não fui abusada, violentada, fui protegida, meus filhos foram protegidos, hoje são homens. Mas é uma causa de todos.”
A fala emocionou participantes e reforçou uma das principais mensagens defendidas pelo Instituto Proteja: proteger crianças não é responsabilidade apenas de quem sofreu uma tragédia, mas de toda a sociedade.
Proteja Digital surge como um dos grandes marcos de 2026
Entre todas as ações realizadas neste ano, um dos maiores destaques foi o lançamento oficial do PROTEJA DIGITAL.
Idealizado por Lucilene Marques, em parceria com o Instituto Proteja, o projeto nasce para enfrentar um dos desafios mais urgentes da atualidade: a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
O programa apresenta os protocolos L.U.I.Z.A. (Escola) e L.A.R.A. (Território), criando uma arquitetura sistêmica de proteção voltada à prevenção de abusos, exploração, aliciamento digital, violência psicológica e riscos presentes dentro e fora das escolas.
Além das palestras e apresentações, o livro Proteja Digital passou a ficar disponível para aquisição pela Amazon, ampliando o alcance das orientações para famílias, educadores e instituições de todo o Brasil.
Lucilene e Luana transformam dor em proteção
O Maio Laranja também teve como marca a presença de mães que transformaram perdas irreparáveis em instrumentos de conscientização.
Lucilene Marques, mãe da Luiza, e Luana Nascimento, mãe da Lara, assumiram papel fundamental nas ações realizadas pelo Instituto Proteja ao longo do mês.
Os nomes de suas filhas hoje dão identidade aos protocolos L.U.I.Z.A. e L.A.R.A., reforçando o compromisso permanente com a prevenção e a proteção de crianças e adolescentes.
Durante a live de encerramento das ações, Luana trouxe uma das falas mais emocionantes da noite:
“Em cada abraço que damos em uma mãe, é o desejo de poder se antecipar à alguma tragédia. Todas essas crianças que se foram, a Lara, a Luiza, o Andrei, a Larissa, e tantas outras crianças, são hoje símbolos de esperança.”
A declaração sintetizou o sentimento compartilhado por inúmeras famílias que passaram a integrar a rede de apoio construída pelo projeto.
“Não me vi mais sozinha”, diz Lucilene Marques
Outro momento marcante aconteceu quando Lucilene falou sobre sua própria transformação dentro do movimento.
“Estar nesse projeto foi uma transformação para mim. Não me vi mais sozinha. Me vi na condição de poder ajudar outras crianças, outras mães.”
Ao longo das ações do Maio Laranja, inúmeras mães encontraram acolhimento, escuta e apoio dentro do Instituto Proteja.
Muitas delas passaram a procurar o projeto após assistirem palestras, eventos, entrevistas e transmissões realizadas durante o mês.
Silêncios foram quebrados
Talvez um dos aspectos mais impactantes de toda a campanha tenha sido algo que não aparece em números.
O Maio Laranja de 2026 ficou marcado por muitos silêncios quebrados.
Mulheres passaram a relatar abusos sofridos na infância.
Mães abriram feridas que permaneceram escondidas por décadas.
Sobreviventes encontraram coragem para compartilhar marcas, traumas, dores e experiências que até então permaneciam guardadas.
Em muitos encontros promovidos pelo Instituto Proteja, relatos emocionados mostraram que a conscientização não apenas protege futuras vítimas, mas também ajuda quem carrega cicatrizes invisíveis a compreender que não está sozinho.
Buraco do Sapo, igrejas e espaços públicos se transformaram em centros de conscientização
As ações aconteceram em diferentes espaços da região.
O Buraco do Sapo, em Campinas, recebeu uma das mobilizações mais marcantes da campanha.
Igrejas da região também abriram suas portas para palestras, rodas de conversa e momentos de orientação.
Além disso, eventos foram realizados em Campinas e Pirassununga, ampliando o alcance da mensagem e fortalecendo redes locais de proteção.
Thanise Stein fortaleceu o debate sobre prevenção
A live de encerramento também contou com a participação da escritora, pedagoga e psicóloga Thanise Stein, reconhecida nacionalmente por seu trabalho na prevenção ao abuso sexual infantil.
Idealizadora do projeto “Criança Orientada Não Fica Calada”, Thanise desenvolve ações voltadas à proteção da infância, formação de famílias e conscientização de educadores. Ela também é autora de livros voltados à prevenção da violência infantil, entre eles Bailarinas Também Choram e Heróis Também Sofrem.
Seu trabalho tem sido utilizado em escolas, conselhos tutelares, instituições educacionais e projetos de enfrentamento à violência contra crianças em diferentes regiões do país.
⚖️ Casos que ainda aguardam Justiça reforçam a importância da mobilização social
Todo o mês de maio, até a IV Caminhada da Proteção, foi marcado pela lembrança de inúmeros casos que ainda aguardam desfecho na Justiça e continuam mobilizando famílias em busca de respostas. Entre eles estão os casos de Ana Beatriz, Raiane e Larissa Manuela, que se tornaram símbolos da luta por proteção à infância e responsabilização dos envolvidos.
Durante o evento deste sábado (30), estiveram presentes Cheila Ferreira, mãe de Raiane, e Adanusia, mãe de Larissa Manuela, que seguem enfrentando a dor da perda enquanto aguardam que a Justiça conclua os processos e responsabilize os culpados.
A presença dessas mães trouxe ainda mais emoção à caminhada, reforçando que por trás de cada estatística existe uma família marcada para sempre pela violência. Ao lado de outras mães e familiares, elas encontraram acolhimento, apoio e a certeza de que suas filhas não serão esquecidas.
A mensagem deixada foi clara: lembrar dessas histórias é também uma forma de proteger outras crianças, cobrar justiça e impedir que novas tragédias aconteçam.
A importância da denúncia anônima
Durante a transmissão, a mãe Cátia Goulart, mãe de Andrei Goulart, também trouxe uma importante reflexão ao destacar a necessidade de fortalecimento das denúncias anônimas.
Segundo ela, muitas tragédias poderiam ser evitadas se mais pessoas compreendessem a importância de denunciar situações suspeitas envolvendo crianças e adolescentes.
A fala reforçou uma das bases do Maio Laranja: o enfrentamento da violência depende da participação ativa da sociedade.
Proteção não termina em maio
Embora o calendário oficial do Maio Laranja esteja chegando ao fim, as ações desenvolvidas pelo Instituto Proteja deixam claro que a proteção da infância não pode ser limitada a apenas um mês do ano.
A própria legislação brasileira estabelece essa responsabilidade permanente.
O artigo 227 da Constituição Federal determina que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar às crianças e adolescentes proteção integral contra qualquer forma de violência, negligência, exploração ou abuso.
O mesmo princípio é reforçado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.069/1990).
Por isso, o encerramento do Maio Laranja representa apenas o fechamento de uma etapa.
A missão continua.
E a principal mensagem deixada por todas essas ações segue ecoando:
Criança orientada não fica calada.
DENUNCIE: Disque 100
#MaioLaranja #InstitutoProteja #DraClaudiaCamargo #CriancaOrientadaNaoFicaCalada #ProtejaDigital #LucileneMarques #LuanaNascimento #ThaniseStein #Cheila #CatiaGoulart #AndreiGoulart #Luiza #Lara #ProtecaoInfantil #CombateAoAbusoInfantil #ViolenciaInfantilNao #InfanciaProtegida #ECA #DireitosDaCrianca #AugeTV #PortalAuge1 #Campinas #Pirassununga #BuracoDoSapo #Familia #RedeDeProtecao #Conscientizacao #EducacaoPreventiva #DenunciaAnonima #SociedadePresente
Fonte: Instituto Proteja; Proteja Digital; participantes da live de encerramento do Maio Laranja 2026; informações acompanhadas pelo Portal Auge1; Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990); Constituição Federal de 1988; Projeto Criança Orientada Não Fica Calada.
-
Cidades7 dias atrás🌳 Praça revitalizada ou palco para eventos e feira? Moradores apontam falhas, vandalismo e falta de estrutura após entrega da Praça do Bom Retiro
-
Agro6 dias atrás🚢 Safra recorde coloca portos brasileiros à prova e expõe desafio histórico da infraestrutura logística
-
Cidades7 dias atrás🍽️ Mulher é esfaqueada após demora no almoço e caso é investigado como tentativa de feminicídio em Campinas
-
Estado SP5 dias atrás⚠️ Nove meses após cobrança, quadra de escola estadual em Sumaré continua inacabada; deputado cobra Estado por retomada da obra
-
Estado SP5 dias atrás🗳️ Convenção do Podemos neste domingo (2) deve oficializar Geraldo Rufino ao Senado e Dra. Cláudia Camargo à Alesp
-
Agro7 dias atrás🌱🇧🇷 Câmara aprova incentivos bilionários para fortalecer indústria nacional de fertilizantes e amplia proteção ao produtor rural
-
Notícias5 dias atrás🏪 Ventania arranca cobertura de mercado e assusta moradores em Hortolândia
-
Agro7 dias atrás🐄Lula veta projeto que criava piso salarial para zootecnistas; Congresso ainda pode reverter decisão



Deixe o seu Comentário