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🚨 REMÉDIO VENCIDO NA PRATELEIRA E PACIENTE SEM MEDICAMENTO: TCE-SP EXPÕE COLAPSO DE GESTÃO EM FARMÁCIAS PÚBLICAS

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Foto de Divulgação

Campinas, Sumaré, Hortolândia, Americana e outras cidades da região estiveram entre os municípios fiscalizados; relatórios individuais ainda serão enviados pelo Tribunal

Uma fiscalização surpresa do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) revelou um cenário revoltante: enquanto pacientes enfrentam falta de remédios essenciais nas farmácias públicas, municípios paulistas acumulam milhões de reais em medicamentos vencidos.

Segundo o TCE-SP, a operação encontrou mais de R$ 4,3 milhões em medicamentos descartados por vencimento em cidades do estado. O dado mais grave: cerca de 63% desse prejuízo ocorreu porque os medicamentos venceram antes de chegar à população, parados em almoxarifados e farmácias municipais.


💊 O PARADOXO DA SAÚDE PÚBLICA

O relatório aponta que 73% das farmácias fiscalizadas enfrentam desabastecimento de itens vitais, como psicofármacos e medicamentos para diabetes. Ao mesmo tempo, remédios vencem antes de serem distribuídos.

Ou seja:

falta remédio para quem precisa…

mas sobra remédio vencido no estoque.

Isso não é apenas falha administrativa.

É falha de gestão pública.


📍 CIDADES DA RMC QUE APARECEM NA FISCALIZAÇÃO

No relatório preliminar, o TCE-SP lista municípios fiscalizados. Entre as cidades da Região Metropolitana de Campinas e entorno que aparecem estão:

🚨 Campinas

🚨 Sumaré

🚨 Americana

🚨 Hortolândia

🚨 Indaiatuba

🚨 Jaguariúna

🚨 Cosmópolis

🚨 Artur Nogueira

🚨 Santo Antônio de Posse

🚨 Valinhos

🚨 Vinhedo

🚨 Morungaba

Campinas aparece na lista oficial das entidades fiscalizadas na área da UR-3. Hortolândia e Indaiatuba também aparecem como fiscalizadas. Sumaré, Valinhos e Vinhedo constam no mesmo levantamento preliminar.


⚠️ ATENÇÃO: TCE AINDA NÃO DIVULGOU OS NÚMEROS INDIVIDUAIS POR CIDADE

Até agora, o relatório público disponível é preliminar e consolidado, ou seja, traz os dados gerais do estado, mas ainda não detalha oficialmente quanto cada cidade perdeu, quais medicamentos venceram ou quais irregularidades específicas foram encontradas em Campinas, Sumaré ou demais municípios.

O próprio TCE-SP informou que os relatórios individualizados serão concluídos em até 30 dias e enviados aos municípios, cobrando providências dos gestores.

Portanto, qualquer número específico por cidade neste momento, sem o relatório individual, seria irresponsável.


🔥 CAMPINAS E SUMARÉ PRECISAM EXPLICAR

Mesmo sem os relatórios locais detalhados, a presença de Campinas e Sumaré na lista de municípios fiscalizados já exige atenção pública.

A população tem direito de saber:

em Campinas:

  • houve medicamento vencido?
  • houve falta de remédios essenciais?
  • houve divergência entre estoque físico e sistema?
  • a farmácia tinha AVCB?
  • havia sala adequada para atendimento farmacêutico?

em Sumaré:

  • quais medicamentos estavam em falta?
  • havia remédios próximos do vencimento?
  • houve falha de distribuição?
  • existe controle de demanda reprimida?
  • quantos pacientes ficaram sem atendimento?

🧾 PRINCIPAIS FALHAS APONTADAS PELO TCE-SP

Entre os problemas mais graves encontrados no estado:

❌ 85,7% sem sala de consulta farmacêutica com privacidade

❌ 70,3% sem luz de emergência

❌ 55,7% sem AVCB ou documento equivalente dos Bombeiros

❌ 47,7% com medicamentos próximos ao vencimento

❌ 42,7% com divergência entre estoque físico e sistema

❌ 17% sem alvará da Vigilância Sanitária

❌ 9,3% com medicamentos vencidos em uso ou dispensação


🏥 O PACIENTE PAGA DUAS VEZES

O cidadão paga imposto para comprar remédio.

Depois vai à farmácia pública e ouve:

“Está em falta.”

Aí precisa comprar do próprio bolso.

Enquanto isso, em algum ponto da gestão pública, medicamentos podem estar vencendo por falha de planejamento, distribuição ou controle.

Isso é desperdício de dinheiro público.

E também é desrespeito com quem depende do SUS.


📢 AUGE1 QUESTIONA

Se o remédio foi comprado com dinheiro público…

por que não chegou ao paciente?

Se havia estoque…

por que venceu?

Se faltava remédio essencial…

quem acompanhava a demanda?

Se o sistema não bate com a prateleira…

quem fiscaliza o almoxarifado?


⚖️ O QUE PODE ACONTECER COM OS GESTORES?

Os relatórios individualizados poderão subsidiar análise das contas municipais pelo TCE-SP. Dependendo da gravidade, os gestores podem enfrentar:

📌 recomendações formais

📌 apontamentos em contas municipais

📌 multas administrativas

📌 cobrança de plano de correção

📌 comunicação ao Ministério Público, em casos mais graves


🧨 CONCLUSÃO

O problema revelado pelo TCE-SP é simples de entender e difícil de aceitar:

remédio vence enquanto paciente sofre.

Na RMC, Campinas, Sumaré, Hortolândia, Americana e outras cidades precisam tratar esse levantamento com transparência total.

A população não quer desculpa.

Quer saber:

faltou remédio?

venceu remédio?

quem deixou vencer?

quanto foi perdido?

quem será responsabilizado?

Porque saúde pública não pode funcionar como depósito abandonado.

E medicamento vencido não é apenas prejuízo.

É vida que deixou de ser cuidada.

#Campinas #Sumaré #Hortolândia #Americana #RMC #SaúdePública #FarmáciaMunicipal #TCESP #RemédioVencido #SUS #Auge1

Fonte: Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, relatório preliminar da 2ª Fiscalização Ordenada de 2026, Conselho Regional de Farmácia de São Paulo e dados públicos do TCE-SP.

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