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🚨 TRABALHO ESCRAVO E RISCO DE MORTE EM SUMARÉ: OPERAÇÃO RESGATA OPERÁRIOS E INTERDITA OBRA EM NOVA VENEZA

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Imagem TV Hortolândia

Ministério Público do Trabalho aponta condições degradantes, falta de segurança e risco iminente para dezenas de trabalhadores

Uma operação conjunta do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego revelou um cenário alarmante dentro de um canteiro de obras na região de Nova Veneza, em Sumaré.

O que deveria representar geração de emprego, desenvolvimento urbano e crescimento econômico…

acabou expondo uma realidade brutal:

trabalhadores vivendo em condições análogas à escravidão… e dezenas de vidas expostas a risco iminente de morte.


⚠️ DOIS TRABALHADORES RESGATADOS

Durante a fiscalização, dois homens foram oficialmente resgatados após auditores identificarem condições classificadas pelos órgãos como:

análogas à escravidão

Segundo a apuração, os trabalhadores estavam submetidos a:

❌ alojamentos degradantes
❌ condições precárias de higiene
❌ ambiente incompatível com dignidade humana
❌ ausência de estrutura mínima de habitabilidade

Situações que violam frontalmente a legislação trabalhista brasileira e os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana.


💰 INDENIZAÇÃO IMEDIATA

Como resultado da operação, a empreiteira responsável deverá realizar pagamentos de:

R$ 3 mil para cada trabalhador resgatado, por danos morais individuais

R$ 8 mil em danos morais coletivos

medidas iniciais determinadas pelos órgãos fiscalizadores.


☠️ 84 OPERÁRIOS ESTAVAM SOB RISCO IMINENTE DE MORTE

O dado mais grave da operação não se restringe aos dois resgatados.

Segundo o relatório preliminar, outros:

84 trabalhadores

atuavam em ambiente considerado de:

⚠️ RISCO IMINENTE DE MORTE

A fiscalização identificou falhas graves em sistemas de proteção coletiva e individual, incluindo:

❌ sistemas contra quedas insuficientes
❌ elevadores de obra sem segurança adequada
❌ estruturas incompatíveis com normas técnicas
❌ exposição a acidentes graves ou fatais


🏗️ OBRA FOI PARCIALMENTE EMBARGADA

Diante das irregularidades, os órgãos determinaram:

🚧 EMBARGO PARCIAL DAS TORRES EM CONSTRUÇÃO

A paralisação atinge estruturas consideradas mais críticas até que as irregularidades sejam completamente corrigidas.


⚖️ EMPRESA JÁ TINHA HISTÓRICO DE IRREGULARIDADES

Segundo os fiscais, o grupo econômico responsável pela obra não seria estreante em autuações.

A operação identificou:

⚠️ REINCIDÊNCIA

Caso o local não seja regularizado no prazo de 15 dias, as penalidades podem ultrapassar:

💸 R$ 800 MIL EM MULTAS


🗣️ “VIDAS NÃO PODEM SER TROCADAS POR CRONOGRAMAS”

O procurador:

Gustavo Rizzo Ricardo

destacou que a operação reforça uma mensagem clara:

cronogramas de obra, metas financeiras e entregas comerciais jamais podem estar acima da vida humana.

A fala ocorre em um momento em que o setor da construção civil segue sob pressão por produtividade, prazos e custos.


POR QUE OS NOMES NÃO FORAM DIVULGADOS?

Até o momento, o Ministério Público do Trabalho não divulgou oficialmente:

❌ o nome da empreiteira
❌ o nome do grupo econômico
❌ o empreendimento fiscalizado

A preservação temporária dessas informações costuma ocorrer durante fases preliminares de investigação e procedimentos administrativos.


📜 O QUE DIZ A LEI?

O artigo 149 do Código Penal Brasileiro define trabalho análogo à escravidão como submissão de trabalhadores a situações como:

✔ jornada exaustiva
✔ condições degradantes
✔ restrição de locomoção
✔ servidão por dívida
✔ violação grave de dignidade humana

A pena pode chegar a:

⚖️ 8 anos de prisão, além de multas e outras sanções administrativas.


🚨 SUMARÉ NO CENTRO DE UMA DENÚNCIA GRAVÍSSIMA

O caso agora coloca Sumaré no centro de uma discussão nacional:

até onde empresas estão dispostas a ir para cumprir cronogramas?

E mais:

quantos trabalhadores ainda vivem situações parecidas… sem fiscalização?

O Ministério Público do Trabalho informou que continuará monitorando o caso.


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Fonte: Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho e Emprego, relatórios da operação e manifestação do procurador Gustavo Rizzo Ricardo.

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