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Estado SP

🚨 Empresário é morto com tiro na cabeça durante assalto de R$ 186 mil no interior de SP

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Foto de Divulgação

Um comerciante de 46 anos foi assassinado durante um violento assalto ocorrido na manhã desta terça-feira (14), em Campina do Monte Alegre, no interior de São Paulo. A vítima foi identificada como Rogério Ferreira Silva, proprietário de uma madeireira no município.

Dois suspeitos foram presos poucas horas após o crime, mas a Polícia Civil também investiga a possível participação de terceiros e não descarta o envolvimento de pessoas próximas ao empresário.

Criminosos se passaram por agentes da Vigilância Sanitária

De acordo com o delegado Franco Augusto Costa Ferreira, responsável pelas investigações, os assaltantes chegaram à propriedade da vítima fingindo ser agentes da Vigilância Sanitária.

No local, a mãe do empresário foi rendida e mantida refém pelos criminosos enquanto aguardavam a chegada de Rogério.

Pouco tempo depois, o comerciante chegou à residência conduzindo sua caminhonete particular. Segundo a investigação, ele foi surpreendido pelos criminosos e acabou sendo atingido por um disparo na cabeça.

Após o assassinato, os suspeitos fugiram levando aproximadamente R$ 186 mil em dinheiro, quantia que estava sendo transportada pela vítima.

Prisão ocorreu na Rodovia Raposo Tavares

Equipes da Polícia Militar iniciaram buscas imediatamente após o crime e conseguiram localizar os suspeitos na Rodovia Raposo Tavares (SP-270).

Durante a abordagem, os policiais encontraram:

✔️ os R$ 186 mil roubados;
✔️ dois revólveres utilizados na ação criminosa.

Os dois homens foram presos em flagrante.

Segundo a Polícia Civil, ambos são moradores de Sorocaba, cidade localizada a aproximadamente 125 quilômetros de Campina do Monte Alegre.

Suspeitos possuem extensa ficha criminal

Ainda conforme o delegado, os dois presos possuem longo histórico de envolvimento com crimes.

Um dos investigados possui registros policiais desde 1991. Somadas as condenações anteriores, os dois suspeitos já cumpriram penas que ultrapassam três décadas de prisão.

“Somada, um já pegou mais de 15 anos de cadeia, enquanto o outro 19 anos de cadeia”, afirmou o delegado.

A Polícia Civil já solicitou à Justiça a conversão das prisões em flagrante para prisões preventivas, pedido que ainda aguarda decisão judicial.

Polícia apura possível participação de terceiros

Um dos principais pontos investigados é a possibilidade de que os criminosos tenham recebido informações privilegiadas sobre a rotina da vítima.

Segundo o delegado responsável pelo caso, chamou a atenção o fato de o empresário estar transportando uma quantia elevada em dinheiro.

“Estamos apurando se houve participação de terceiros. Não é comum ele transportar expressiva quantia em dinheiro”, declarou.

A investigação busca identificar se alguém teria repassado informações sobre os deslocamentos do comerciante e sobre o transporte do dinheiro, hipótese que pode indicar a existência de uma ação criminosa previamente planejada.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Fonte: Polícia Civil de São Paulo e informações do delegado Franco Augusto Costa Ferreira.

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