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🚨 Perícia derruba tese de insanidade e confirma: assassino de Larissa Manuela agiu de forma consciente

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Imagem Redes Sociais Família

⚖️ Laudo psiquiátrico é categórico

O laudo de perícia psiquiátrica elaborado pelo Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo foi conclusivo: Diego Antônio Sanches Magalhães, de 32 anos, não apresentava qualquer doença mental que o impedisse de compreender seus atos no dia em que assassinou brutalmente a menina Larissa Manuela Santos, de apenas 10 anos, em Barueri, na Grande São Paulo.

O documento, produzido em 27 de novembro e divulgado nesta terça-feira (06/01), afasta definitivamente qualquer tentativa de alegação de surto, transtorno psiquiátrico ou inimputabilidade penal.


🩸 Crime bárbaro chocou o país

Larissa foi encontrada morta em 12 de junho do ano passado, com 16 facadas, dentro da própria casa. O autor do crime era o padrasto — alguém que deveria protegê-la.

Segundo a confissão obtida pelo Metrópoles, Diego sabia que a criança estaria sozinha. Ao chegar à residência, encontrou Larissa acordada, deitada sob uma beliche. Após questioná-la sobre a mãe, teria se irritado com a resposta da criança e, em um ato de extrema violência, a jogado no chão, ido até a cozinha, pegado uma faca e desferido os golpes.


❗ Não foi surto. Não foi doença. Foi escolha.

O laudo psiquiátrico confirma o que a investigação já indicava: Diego tinha plena capacidade de entendimento e consciência do caráter ilícito de seus atos.

Em nota, o advogado Lucas Santos, que representa o pai de Larissa, afirmou que o resultado técnico “reforça o conjunto probatório dos autos e confirma que o crime foi praticado de forma consciente e responsável, devendo o acusado responder integralmente perante a Justiça, sem relativizações ou tentativas de atenuação de responsabilidade penal”.


👩‍👧 Mãe de Larissa fala com firmeza e fé

A mãe da criança, Adenúzia Silva, declarou à reportagem que já esperava esse resultado. Segundo ela, durante o relacionamento, Diego nunca apresentou sinais de transtornos mentais.

🗣️ “Ele nunca demonstrou ansiedade ou depressão. O que era nítido era a falta de vontade de trabalhar, fazia chantagens para a família para não trabalhar e sempre ganhava. Espero que a Justiça seja feita, em nome de Jesus.”, afirmou.


🤝 Apoio e acolhimento fortalecem a luta por justiça

Desde o crime, Adenúzia tem sido acolhida e acompanhada pelo Instituto Proteja e pela Rede Lara Maria por Todos em Apoio, que prestam suporte emocional, social e jurídico à mãe de Larissa.

As instituições têm sido fundamentais para garantir que a dor não se transforme em silêncio e que o caso não caia no esquecimento.


👩‍⚖️ Dra. Claudia Camargo atuará na acusação

A advogada Dra. Claudia Camargo, de Campinas, referência na defesa dos direitos de mulheres, crianças e adolescentes, atuará como Assistente de Acusação no processo que levará Diego a júri popular.

Sua atuação nesse caso será pro bono, e reforça o compromisso com a responsabilização rigorosa do acusado e com a defesa da memória de Larissa Manuela.


🕯️ Quando a verdade vem à luz

A confirmação pericial representa mais do que um passo processual: é um recado claro de que a violência contra crianças não pode ser relativizada, nem encoberta por narrativas convenientes.

📢 Criança não se defende sozinha. E o silêncio também mata.


📌 Justiça por Larissa

A dor permanece, mas a verdade foi confirmada.
A fé sustenta, mas a Justiça precisa caminhar com firmeza.

Larissa não morreu por acaso.
Ela foi vítima de uma violência consciente.
E agora, a sociedade espera que o responsável pague integralmente por seus atos.


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📚 Fontes

Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (IMESC);
Metrópoles;
Declarações da família;
Defesa do pai da vítima;
Reportagem Portal Auge1.

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