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💣 “Denúncia-bomba” de ex-assessor expõe suposta fraude de Moraes e abala início do julgamento de Bolsonaro

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Imagem publica da internet

Tagliaferro afirma que relatórios foram feitos depois da operação – Moraes nega e já move extradição

Eduardo Tagliaferro, ex-chefe da Assessoria de Enfrentamento à Desinformação no TSE e ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes (STF), lançou uma acusação grave no Senado: ele afirma que relatórios usados para embasar uma operação contra empresários bolsonaristas foram forjados após o impacto público, e não antes da ação como deveria ocorrer. O episódio ocorreu justamente no primeiro dia da fase final do julgamento de Bolsonaro no Supremo.


Denúncia formalizada no Senado

  • Tagliaferro participou por videoconferência de audiência na Comissão de Segurança Pública do Senado, presidida por Flávio Bolsonaro. Ele alegou que o relatório que justificou buscas e apreensões — nomeadamente contra figuras como Luciano Hang — teria sido produzido depois da operação, não antes como consta oficialmente

  • Ele apresentou mensagens trocadas com o procurador-geral, Paulo Gonet, que indicariam uma coordenação prévia em definir alvos – “pacotinhos” de investigados — contrariando os ritos processuais


Reações políticas e repercussão imediata

  • Parlamentares ligados à oposição reagiram com veemência. A senadora Damares Alves chegou a pedir a suspensão imediata do julgamento de Bolsonaro, enquanto o vereador Guilherme Kilter sugeriu que Moraes poderia enfrentar consequências criminais se comprovadas as denúncias

  • A Gazeta do Povo classificou a fala como uma “denúncia-bomba” e destacou que ela desviou os holofotes justamente para o Senado, no início do julgamento no STF


Moraes nega irregularidades

O gabinete do ministro contestou as acusações em nota, afirmando que todos os procedimentos relativos às investigações — inclusive para o inquérito das “Fake News” e a Petição 10.543 — foram oficiais, regulares e com integral participação da PGR


Tagliaferro já responde a denúncia e está foragido

  • Em abril, a Polícia Federal indiciou Tagliaferro por violação de sigilo funcional com dano à administração pública, após divulgar mensagens internas do STF e TSE

  • Em agosto, a PGR denunciou-o ao STF por crimes como coação, obstrução de investigação, violação de sigilo e até “tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”

  • Atualmente, Tagliaferro está na Itália, há pedido de extradição requisitado por Moraes, e ele afirma temer pela própria vida


Conclusão

A acusação vinda de dentro — feita por alguém que participou da ação — coloca em xeque a lisura de procedimentos utilizados por um dos principais relatoras de casos sensíveis no STF. Resta esperar se essas denúncias vão levar a uma investigação mais ampla, um relatório formal da CPI do Senado ou até saltar para instâncias internacionais, como sugerido por parlamentares. Enquanto isso, o julgamento contra Bolsonaro segue sob tensão máxima.


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** Fontes principais:**

  • Metrópoles

  • Gazeta do Povo

  • Infomoney

  • UOL / Estadão / Poder360 / CNN Brasil / EmBands noticiais

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