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🚨 “Volta depois do Carnaval” – Povo volta e situação nas UBS’s não muda: saúde de Sumaré vira alvo de revolta nas redes

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Imagens Pública da Internet

A crise na saúde pública de Sumare voltou a explodir nas redes sociais — e desta vez com relatos ainda mais contundentes.

Moradores denunciam falhas no sistema, ausência de agenda médica, espera prolongada para exames e falta de especialistas em unidades básicas. A indignação cresce a cada novo depoimento.

O Portal Auge1 já havia publicado recentemente matéria apontando problemas no sistema informatizado, dificuldades para marcação de consultas e entraves na realização de exames. Agora, segundo usuários da rede municipal, a situação não apenas persiste — está piorando.


🖥️ Sistema fora do ar, agenda inexistente

No Posto de Saúde João de Vasconcelos, pacientes relatam que o sistema ficou vários dias fora do ar em janeiro, impossibilitando o agendamento de consultas.

Quando o sistema retornou, a resposta foi outra surpresa:
“Não há agenda disponível.”

Em seguida, a orientação teria sido clara:
“Volta depois do Carnaval.”

Após o Carnaval, o novo prazo:
“Volta em março para ver se vão abrir agenda.”

Enquanto isso, pacientes aguardam desde dezembro apenas para mostrar resultados de exames.


🤰 USF Matão sem ginecologista obstetra

Outro relato aponta que a USF Matão está sem médico ginecologista obstetra (GO) para atendimento de gestantes.

A ausência desse profissional compromete o pré-natal e aumenta o risco para mães e bebês — situação considerada grave dentro da atenção básica.


📂 Prontuários perdidos e empurra-empurra

Moradores também relatam:

  • Perda de prontuários

  • Orientações desencontradas

  • Atendimento interrompido por falhas no sistema

  • Respostas padronizadas de “volte outro dia”

  • Falta de previsão para normalização

A sensação predominante é de abandono.


🏛️ De quem é a responsabilidade?

Nas manifestações, parte da população direciona críticas não apenas à Secretaria de Saúde, mas também ao Poder Legislativo municipal.

“Vereadores, cadê a fiscalização?”, questiona uma moradora.

É importante destacar que servidores da linha de frente não são apontados como responsáveis diretos pelos problemas. A cobrança recai sobre gestão administrativa, planejamento e fiscalização.


📉 Problema crônico ou colapso administrativo?

A saúde pública de Sumaré historicamente enfrenta desafios estruturais. No entanto, a repetição de falhas sistêmicas — especialmente relacionadas a tecnologia e gestão de agenda — levanta questionamentos técnicos:

  • O sistema utilizado suporta a demanda do município?

  • Há contrato ativo de manutenção e suporte?

  • Existe plano de contingência quando o sistema sai do ar?

  • A oferta de médicos está dimensionada corretamente?

Sem respostas claras, cresce a percepção de desorganização.


🔥 “Virou piada no Estado”

Uma das frases mais compartilhadas nas redes afirma que a Secretaria de Saúde de Sumaré “virou piada no Estado de São Paulo”.

Embora seja uma manifestação emocional, ela revela o nível de frustração acumulada.

Quando o cidadão depende exclusivamente do SUS municipal e encontra portas fechadas — físicas ou digitais — o impacto é direto na dignidade.


⏳ Esperar até quando?

A principal pergunta que ecoa nas publicações é simples:

Até quando?

A cada mês sem agenda, a cada exame sem retorno, a cada gestante sem especialista, a crise deixa de ser pontual e passa a ser estrutural.

Saúde pública não pode funcionar no improviso.
Sistema fora do ar não pode ser rotina.
E “volta depois” não pode ser política pública.


O espaço segue aberto para manifestação oficial da Prefeitura de Sumaré e da Secretaria Municipal de Saúde.

A população quer resposta.
E quer atendimento.


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