Nacional
Senado aprova projeto que cria incentivos para data centers no Brasil
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (1º) o Projeto de Lei (PL) 278/2026, que institui um regime tributário para incentivar a instalação de data centers no país.
Os data centers são estruturas físicas que concentram computadores e servidores que armazenam, processam e distribuem grandes volumes de dados e aplicações digitais.
Notícias relacionadas:Organizações criticam incentivo fiscal para data centers no Brasil.Brasil precisa garantir contrapartidas para receber data centers.O texto, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, substitui a medida provisória que previa a criação do Regime Especial para Serviços de Data Center (Redata), que perdeu a validade em fevereiro. Com a tramitação concluída no Congresso Nacional, o texto segue para sanção presidencial.
O PL do Redata, relatado pelo senador Cid Gomes (PDT-CE), prevê zerar impostos federais para importação de componentes eletrônicos e de tecnologia da informação destinados aos data centers como forma de incentivar a instalação desses equipamentos no Brasil.
“O Redata visa, fundamentalmente, desonerar a infraestrutura física necessária para o processamento de dados, armazenamento em nuvem e o treinamento e a inferência de modelos de inteligência artificial”, destacou o relator da proposta, no parecer aprovado nesta terça-feira.
Como contrapartida, as empresas terão que usar energia de fonte limpa ou renovável, além de apresentar Índice de Eficiência Hídrica no uso da água para resfriamento dos equipamentos igual ou inferior a 0,05 litro/kWh em aferição anual.
O PL ainda obriga as empresas beneficiadas a realizar investimentos no país equivalentes a 2% do valor dos produtos comprados com o benefício fiscal e reservar 10% dos serviços dos data centers para o mercado interno.
A estimativa do governo é de uma isenção em torno de R$ 5,2 bilhões ainda este ano e de R$ 1 bilhão em cada um dos dois anos seguintes, segundo o parecer ao projeto na Câmara, do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
Soberania digital
De acordo com as entidades da sociedade civil, críticas ao programa, o projeto de lei não foi suficientemente debatido para garantir que possa aumentar a soberania digital do Brasil e reduzir a dependência externa de tecnologias da informação.
“Soberania não se resume a instalar servidores em território nacional. Ela envolve capacidades tecnológicas e científicas nacionais, segurança e governança de dados, autonomia energética e proteção dos recursos naturais”, defendem as entidades na nota.
Usados principalmente pelas plataformas digitais para processar sistemas de inteligência artificial (IA) e armazenar os dados das “nuvens” das chamadas bigtechs, os data centers são criticados, entre outros motivos, pelo elevado consumo de energia e água.
-
Estado SP4 dias atrás🚨 FAZ UM ANO: MULHERES DENUNCIARAM ASSÉDIO NA SAÚDE DE SUMARÉ, FORAM OUVIDAS PELA COMISSÃO— E A CÂMARA FEZ O QUÊ?
-
Economia11 horas atrás🚨 EMENDAS IMPOSITIVAS: DOCUMENTOS DE 2021 E 2023 CONTRADIZ VEREADORES E MOSTRAM QUE NÃO NASCEU NA ATUAL GESTÃO DE SUMARÉ
-
Brasil13 horas atrás💚💛❤️ SETEMBRO DE TODAS AS CORES | Grupo Auge transforma apoio em participação e patrocina medalhas e troféus em corridas sociais
-
Notícias1 dia atrás🚨 HOSPITAL CRESCE 30%, CONTRATO VAI A 25 ANOS, MAS VALOR PUBLICADO CAI R$ 53 MILHÕES: Prefeitura de Sumaré precisa explicar a conta
-
Cidades7 dias atrás🚨 “ONDE ESTÃO OS VEREADORES?” Após denúncia de agressão, pais fazem enxurrada de reclamações sobre escola Escola Anália, em Sumaré
-
Cidades7 dias atrás🚨 MÃE DENUNCIA AGRESSÃO CONTRA FILHO DE 10 ANOS EM ESCOLA DE SUMARÉ; aluno já teria sido ameaçado com faca
-
Cidades6 dias atrás🚨 CASO ESCOLA ANÁLIA: vereador ouve direção, escola contesta versão de agressão e caso deverá ser levado à Polícia Civil
-
Notícias3 dias atrás🚨 MULHER DE 20 ANOS É SUSPEITA DE ESPANCAR MENINA DE 12 NA PORTA DE ESCOLA; ADOLESCENTE SOFREU TRAUMATISMO CRANIANO

Deixe o seu Comentário