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🚨 JOVEM DE 19 ANOS É BRUTALMENTE AGREDIDA E CAMINHA 2 KM ATÉ DELEGACIA PARA DENUNCIAR TENTATIVA DE FEMINICÍDIO

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💔 Com cortes profundos, hematomas e dentes quebrados, vítima procurou a polícia antes mesmo de receber atendimento médico. Ex-companheiro é apontado como suspeito e está sendo procurado. Jovem já possuía medida protetiva contra ele.

Uma jovem de apenas 19 anos, gravemente ferida após uma sequência de agressões, percorreu aproximadamente dois quilômetros a pé para conseguir chegar a uma delegacia e denunciar o ex-companheiro por tentativa de feminicídio.

O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (29), em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo.

Mesmo apresentando cortes profundos, hematomas espalhados pelo corpo e dentes quebrados, a vítima decidiu procurar a polícia antes de receber atendimento médico.

O principal suspeito é o ex-namorado, identificado como Matheus Henrique das Quantas, que, segundo as informações do caso, está sendo procurado pelas autoridades.

💔 INVADIU A CASA E ATACOU A JOVEM APÓS ELA CHEGAR DO TRABALHO

Segundo o depoimento prestado pela vítima, o ex-companheiro teria invadido sua residência, localizada no Jardim Santo Eduardo, no momento em que ela retornava do trabalho.

Dentro do imóvel, o homem teria iniciado uma sequência de agressões utilizando um objeto pontiagudo, ainda não identificado.

Os ataques provocaram ferimentos profundos, hematomas e a quebra de dentes da jovem.

Após as agressões, o suspeito teria roubado o celular e outros pertences da vítima antes de fugir.

A polícia investiga as circunstâncias do ataque e trabalha para localizar o homem.

🚶‍♀️ FERIDA, CAMINHOU DOIS QUILÔMETROS EM BUSCA DE JUSTIÇA

Um dos aspectos mais marcantes do caso foi a decisão da jovem de procurar ajuda policial mesmo diante da gravidade dos ferimentos.

Sem receber atendimento médico imediato, ela caminhou aproximadamente dois quilômetros até conseguir chegar à delegacia.

No local, relatou as agressões sofridas e identificou o ex-companheiro como responsável pelo ataque.

Diante das condições físicas da vítima, os próprios policiais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A jovem foi encaminhada ao hospital, onde recebeu os primeiros socorros.

Ela também foi orientada a realizar exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), procedimento importante para documentar as lesões e auxiliar na investigação criminal.

⚖️ JOVEM JÁ POSSUÍA MEDIDA PROTETIVA CONTRA O SUSPEITO

Durante o depoimento, a vítima revelou que já possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro.

A informação torna o caso ainda mais preocupante, pois indica que a jovem já havia buscado proteção institucional anteriormente.

Segundo seu relato, essa não teria sido a primeira agressão praticada pelo suspeito.

Ela afirmou que o homem já havia cometido outro ataque contra ela, situação que motivou a abertura de um inquérito policial.

A investigação deverá esclarecer as circunstâncias da medida protetiva, sua vigência, as condições impostas ao suspeito e eventual descumprimento da determinação judicial.

🚨 SUSPEITO TERIA HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA CONTRA OUTRAS MULHERES

Ainda conforme o depoimento, o ex-companheiro teria um histórico de comportamento violento, incluindo agressões contra outras mulheres com quem manteve relacionamentos.

Essas informações fazem parte do relato da vítima e precisam ser verificadas pelas autoridades.

A polícia deverá apurar se existem outros boletins de ocorrência, investigações ou procedimentos judiciais relacionados às acusações.

O caso foi registrado no 47º Distrito Policial do Capão Redondo, na capital paulista.

Até as informações disponíveis para esta reportagem, o suspeito ainda não havia sido localizado.

🛑 MEDIDA PROTETIVA PRECISA REPRESENTAR PROTEÇÃO EFETIVA

O episódio reacende uma discussão sobre os mecanismos de proteção destinados às mulheres vítimas de violência doméstica.

A Lei Maria da Penha prevê medidas protetivas de urgência, incluindo o afastamento do agressor e a proibição de aproximação ou contato com a vítima.

O descumprimento dessas determinações constitui crime, conforme a legislação brasileira.

Entretanto, a existência de uma medida protetiva não elimina automaticamente o risco de novas agressões.

Por isso, casos como o registrado em Embu das Artes reforçam a importância da avaliação contínua do risco, da fiscalização das medidas judiciais e da resposta rápida diante de ameaças.

Também é fundamental que denúncias anteriores sejam devidamente investigadas, especialmente quando existem relatos de reincidência.

📢 VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: DENUNCIAR PODE SALVAR VIDAS

A violência doméstica pode se manifestar por ameaças, perseguição, agressões físicas, violência psicológica e outras formas de intimidação.

Mulheres ameaçadas ou agredidas podem procurar uma delegacia, preferencialmente uma Delegacia de Defesa da Mulher, ou solicitar ajuda pelos canais oficiais.

Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190.

A Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180, oferece orientações sobre direitos, serviços de atendimento e encaminhamento de denúncias.

O caso da jovem de 19 anos demonstra a gravidade que a violência doméstica pode alcançar, especialmente quando há relatos de agressões anteriores.

Uma mulher que já havia procurado proteção precisou caminhar dois quilômetros, gravemente ferida, para denunciar um novo ataque.

Agora, cabe às autoridades investigar os fatos, localizar o suspeito e garantir à vítima o atendimento e a proteção necessários.

Portal Auge1.com

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Fonte: Informações do registro policial no 47º Distrito Policial do Capão Redondo e relato da vítima, conforme informações encaminhadas à reportagem sobre a ocorrência de 29 de outubro de 2026.

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