Connect with us
   

Cidades

🚨 CASO ESCOLA ANÁLIA: vereador ouve direção, escola contesta versão de agressão e caso deverá ser levado à Polícia Civil

Publicado

on

Imagem Reprodução de Vídeo

Allan Sangalli foi até unidade no Jardim Bom Retiro após repercussão da denúncia envolvendo aluno de 10 anos; segundo parlamentar, escola apresentou versão diferente da relatada pela mãe e prepara documentos e boletim de ocorrência. Agora, caso deverá ser apurado

A denúncia envolvendo uma suposta agressão contra um aluno de 10 anos na Escola Municipal Anália de Oliveira Nascimento, no Jardim Bom Retiro, em Sumaré, ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (26).

Depois da repercussão do relato apresentado pela mãe do estudante, o vereador Allan Sangalli esteve pessoalmente na unidade para buscar esclarecimentos da direção e dos profissionais da escola.

E surgiu uma segunda versão para o episódio.

Segundo o vereador, a escola contesta a narrativa de que teria ocorrido dentro da unidade uma agressão na proporção inicialmente relatada.

Agora, diante das versões divergentes, a expectativa é pela apresentação de documentos e pela apuração oficial dos fatos.

🗣️ VEREADOR: “A ESCOLA ME APRESENTOU OUTRA VERSÃO”

Em manifestação pública após visitar a unidade, Allan Sangalli afirmou que decidiu procurar a escola depois de ser marcado por diversas pessoas em publicações relacionadas ao caso.

O vereador informou ter ouvido inicialmente a versão apresentada pela mãe e, posteriormente, procurado a direção e professoras.

Segundo Sangalli:

“A escola me apresentou outra versão, disse que o fato de tamanha agressão não ocorreu dentro da escola.”

O parlamentar acrescentou que a coordenação estaria reunindo elementos relacionados ao episódio.

“A coordenação está juntando provas, relatórios e vai fazer o boletim de ocorrência para que a Polícia Civil apure tudo.”

⚠️ DUAS VERSÕES — E NENHUMA CONCLUSÃO ANTECIPADA

O posicionamento apresentado pela escola por intermédio do vereador exige cautela.

De um lado está o relato da mãe, Josiele Pinheiro, que afirma que seu filho, Eduardo Gabriel, teria sido agredido e machucado por outro estudante dentro da unidade.

Ela também relatou uma suposta ameaça anterior, atribuída a outro aluno, envolvendo a possibilidade de levar uma faca para ferir o menino.

Do outro lado está agora a versão apresentada pela escola ao vereador, contestando a dimensão e as circunstâncias da agressão relatada.

Neste momento, portanto:

NÃO CABE CONDENAR A ESCOLA.

NÃO CABE DESQUALIFICAR A MÃE.

CABE APURAR.

Documentos, testemunhos, registros internos, eventuais imagens e demais elementos poderão ajudar a esclarecer exatamente o que ocorreu.

🚔 POLÍCIA CIVIL PODERÁ ENTRAR NA APURAÇÃO

Segundo Sangalli, a própria escola pretende registrar um boletim de ocorrência, permitindo que os fatos também sejam levados ao conhecimento das autoridades policiais.

Caso isso ocorra, a Polícia Civil poderá analisar os elementos apresentados e verificar se existe alguma situação que demande investigação.

O vereador afirmou ainda que encaminhará o assunto oficialmente à Secretaria Municipal de Educação.

“Eu não vou descansar até que esse caso seja totalmente esclarecido. Com transparência, com responsabilidade e com respeito a essa família e a essa escola.”

🏫 PREFEITURA JÁ HAVIA CONFIRMADO “CONFLITO ENTRE ALUNOS”

Existe ainda um elemento importante que precisa ser considerado.

Na primeira manifestação oficial encaminhada após a denúncia, a própria Secretaria Municipal de Educação confirmou a ocorrência de um “conflito entre alunos” na Escola Anália.

Segundo a nota:

“A situação foi prontamente contida e mediada por um professor da unidade escolar, que interveio no momento da ocorrência.”

A Prefeitura informou também que a equipe gestora, o Núcleo Pedagógico e a supervisão escolar foram acionados.

Portanto, a existência de algum tipo de conflito já havia sido reconhecida oficialmente pela Secretaria.

O que precisa ser esclarecido agora é qual foi exatamente a dimensão desse episódio, como ele aconteceu, quais lesões eventualmente decorreram dele e se todas as providências adequadas foram tomadas.

🔎 OUTRAS DENÚNCIAS CONTINUAM PRECISANDO DE RESPOSTAS

O esclarecimento desse episódio específico, entretanto, não encerra outra questão levantada depois da primeira reportagem.

Após a divulgação do caso, diversos pais e responsáveis passaram a apresentar relatos sobre a Escola Anália.

Surgiram reclamações envolvendo supostos episódios anteriores de agressões entre estudantes, bullying, ameaças, dificuldade de comunicação com a escola, falta de supervisão e até alegações de tratamento inadequado de crianças por profissionais.

Esses relatos são denúncias e não podem ser tratados como fatos comprovados sem investigação.

Mas também não devem ser simplesmente descartados por causa da divergência existente no caso de Eduardo.

São situações diferentes que precisam ser analisadas individualmente.

📋 AGORA É HORA DOS DOCUMENTOS

O caso entrou em uma etapa na qual opiniões e versões precisam dar espaço às provas.

Se a escola possui relatórios, registros de ocorrência interna, testemunhos de profissionais ou outros elementos, esses documentos poderão contribuir para esclarecer os acontecimentos.

Da mesma forma, a família poderá apresentar os elementos que sustentam sua versão.

A Secretaria de Educação também deverá analisar os registros existentes e informar oficialmente quais conclusões alcançou.

E, se o caso chegar à Polícia Civil, caberá à autoridade policial realizar sua própria apuração.

🏛️ FISCALIZAÇÃO COMEÇA A ACONTECER

A ida de um vereador à unidade também representa uma resposta à cobrança feita após a repercussão das denúncias.

O Legislativo possui entre suas funções a fiscalização do Poder Executivo e dos serviços municipais.

Nesse sentido, a iniciativa de ouvir pessoalmente os dois lados e encaminhar questionamentos à Secretaria de Educação é uma medida pertinente.

Agora é importante que o acompanhamento continue.

Fiscalização não termina na visita.

É necessário acompanhar qual será a resposta da Secretaria, quais documentos serão apresentados, se o boletim de ocorrência será efetivamente registrado e quais providências serão tomadas depois da apuração.

⚖️ NEM CONDENAÇÃO ANTECIPADA, NEM ARQUIVAMENTO PRECIPITADO

Existe uma criança no centro dessa história.

Existe uma mãe fazendo uma denúncia.

Existe uma escola contestando parte dessa narrativa.

Existem profissionais cuja reputação também precisa ser preservada enquanto os fatos não forem esclarecidos.

E existem outros pais apresentando reclamações que igualmente merecem ser ouvidas e verificadas.

Por isso, o caminho responsável neste momento é um só:

APURAR ATÉ O FIM.

Se a denúncia inicial for confirmada, será necessário cobrar responsabilidades e providências.

Se os documentos demonstrarem que os fatos aconteceram de maneira diferente daquela inicialmente relatada, isso também deverá ser informado com a mesma transparência.

O compromisso do jornalismo não deve ser com uma versão. Deve ser com aquilo que as provas demonstrarem.

O Auge1 continuará acompanhando o caso e atualizará as informações conforme surgirem documentos, posicionamentos oficiais e resultados das apurações.

#Sumaré #EscolaAnália #BomRetiro #Educação #SegurançaNasEscolas #AllanSangalli #EducaçãoPública #Fiscalização #Auge1

Fonte: manifestação pública do vereador Allan Sangalli / Prefeitura de Sumaré / relato da família / apuração Auge1

Deixe o seu Comentário

Publicidade

Carregando dados do Brasileirão...

Publicidade

Mais Visto da Semana