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🚨 MULHER É AGREDIDA, ARRASTADA E JOGADA DE CARRO EM MOVIMENTO EM JAGUARIÚNA; namorado e sogro são presos

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Foto de Divulgação

Vítima de 25 anos relatou ter sido agredida pelo namorado e ter os cabelos puxados pelo sogro; após ser empurrada para fora do veículo, conseguiu se segurar na porta e teria sido arrastada por cerca de três metros

Uma mulher de 25 anos foi agredida e empurrada para fora de um carro em movimento na noite de sexta-feira (29), em Jaguariúna, na Região Metropolitana de Campinas.

Segundo a Guarda Municipal, os suspeitos são o namorado e o sogro da vítima. Os dois foram localizados posteriormente e presos.

A ocorrência aconteceu por volta das 19h, na Rua Amazonas, no Jardim Alice, nas proximidades da Escola Estadual Professora Anna Calvo de Godoy.

Apesar da violência relatada, a vítima sofreu ferimentos nos braços e pernas e, conforme informado pela Guarda Municipal, não corre risco de morte.

🚗 DISCUSSÃO DENTRO DO CARRO TERMINOU EM VIOLÊNCIA

De acordo com o relato da vítima aos agentes, ela estava dentro de um GM Monza azul acompanhada do namorado, Rafael Fernando Augusto, e do sogro, Pasqual Alexandre da Cunha, que conduzia o veículo.

Durante uma discussão, segundo a versão apresentada pela mulher, ela teria sido agredida pelo namorado.

O sogro também teria participado da violência, puxando os cabelos da vítima.

A situação teria escalado até um momento extremamente perigoso.

Segundo o relato, Rafael teria aberto a porta do automóvel enquanto ele ainda estava em movimento e empurrado a namorada para fora.

⚠️ VÍTIMA SE AGARROU À PORTA E FOI ARRASTADA

A mulher contou que, ao ser empurrada, conseguiu se agarrar à coluna da porta do veículo.

Ela teria permanecido presa ao automóvel enquanto o carro ainda se movimentava.

A VÍTIMA RELATOU TER SIDO ARRASTADA POR CERCA DE TRÊS METROS ANTES DE CAIR NO ASFALTO.

O episódio poderia ter terminado de maneira ainda mais grave.

🆘 CASAL QUE PASSAVA PELO LOCAL PRESTOU SOCORRO

Depois da queda, um casal que caminhava pela região encontrou a vítima e prestou os primeiros auxílios.

Posteriormente, um tio levou a mulher até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Ela apresentava ferimentos nos braços e nas pernas.

Segundo a Guarda Municipal, apesar das lesões, não havia risco de morte.

🚔 GUARDAS FORAM ATRÁS DOS SUSPEITOS

Após receberem as informações sobre o ocorrido, agentes da Guarda Municipal iniciaram as buscas.

Os dois suspeitos foram procurados em uma residência na Rua Pedreira.

No endereço, segundo a corporação, Pasqual confirmou que havia ocorrido uma discussão envolvendo o filho e a namorada dele, mas teria afirmado inicialmente não saber onde Rafael estava.

Foi então que os guardas perceberam barulhos vindos do porão da residência.

RAFAEL FOI ENCONTRADO ESCONDIDO NO PORÃO, SEGUNDO A GUARDA MUNICIPAL.

Os dois foram conduzidos para as providências policiais e acabaram presos.

⚖️ CASO FOI ENQUADRADO NA LEI MARIA DA PENHA

A ocorrência foi registrada como lesão corporal no contexto de violência doméstica, com aplicação da Lei Maria da Penha.

O automóvel envolvido no episódio também foi apreendido.

Ainda segundo a Guarda Municipal, houve solicitação de medida protetiva de urgência em favor da vítima.

A investigação deverá esclarecer detalhadamente a participação de cada suspeito e as circunstâncias da agressão. Os envolvidos possuem direito à defesa e à presunção de inocência até eventual condenação definitiva.

🔴 NÃO FOI “APENAS UMA BRIGA DE CASAL”

Casos como esse exigem cuidado também na maneira como são tratados.

Violência doméstica não deve ser reduzida à expressão “briga de casal” quando existem relatos de agressão física.

A Lei Maria da Penha reconhece diferentes formas de violência contra a mulher, incluindo a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal.

E existe um detalhe particularmente grave nesta ocorrência:

A MULHER TERIA SIDO EMPURRADA DE UM VEÍCULO QUE ESTAVA EM MOVIMENTO.

A apuração policial e eventual avaliação do Ministério Público deverão definir juridicamente a extensão das condutas e responsabilidades. A classificação inicial da ocorrência não impede que o enquadramento jurídico seja posteriormente analisado à luz das provas reunidas.

🚨 UMA MULHER FERIDA. DOIS HOMENS PRESOS.

A vítima saiu com ferimentos nos braços e pernas.

O veículo foi apreendido.

Os dois suspeitos foram presos.

E uma medida protetiva foi solicitada.

Agora, além da responsabilização criminal que eventualmente decorrer das investigações, é fundamental que a vítima tenha acesso à rede de proteção e acompanhamento necessária para interromper o ciclo de violência.

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NÃO COMEÇA SOMENTE QUANDO EXISTE RISCO DE MORTE.

Ameaças, agressões, controle, perseguição e outras formas de violência precisam ser levadas a sério antes que uma ocorrência termine em tragédia.

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Fonte: Guarda Municipal de Jaguariúna / informações da ocorrência divulgadas pela imprensa regional.

Mulheres em situação de violência podem procurar a Polícia Civil, serviços especializados e utilizar o Ligue 180 para orientação e denúncia. Em situação de emergência ou risco imediato, o acionamento policial pode ser feito pelo 190.

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