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🚨TRAGÉDIA no Maranhão: Mãe de apenas 18 anos é presa, suspeita de matar filha de 1 ano e 6 meses em Bela Vista

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Imagem Reprodução de Vídeo

Bebê morreu após dar entrada em hospital com grave ferimento na cabeça e marcas no pescoço; Polícia Civil investiga as circunstâncias do caso

Uma jovem de 18 anos foi presa em flagrante, suspeita de provocar a morte da própria filha, uma bebê de 1 ano e 6 meses, no município de Bela Vista do Maranhão.

Segundo a Polícia Civil, a criança deu entrada em uma unidade hospitalar com um grave ferimento na cabeça e marcas no pescoço. Apesar dos atendimentos médicos, ela não resistiu e morreu enquanto era transferida para São Luís.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias da morte e a dinâmica dos fatos.


🏥 Criança chegou ao hospital com múltiplos ferimentos

De acordo com as informações divulgadas pelas autoridades, o caso ocorreu na Vila Aguiar, em Bela Vista do Maranhão.

A menina foi inicialmente socorrida e encaminhada ao Hospital Regional Tomás Martins, em Santa Inês.

Além do ferimento na cabeça, os profissionais de saúde constataram marcas no pescoço que, segundo a investigação, poderão contribuir para o esclarecimento do caso.

Mesmo após receber atendimento médico, a criança não resistiu.


👮 Conselho Tutelar acionou a Polícia Militar

A ocorrência começou a ser apurada após integrantes do Conselho Tutelar acionarem o 7º Batalhão da Polícia Militar.

Inicialmente, o caso foi tratado como uma ocorrência envolvendo suspeita de violência física contra criança.

Após o atendimento da bebê, a mãe foi conduzida à Delegacia Regional de Segurança de Santa Inês, onde prestou depoimento.


⚖️ Polícia aponta contradições nos depoimentos

Segundo a Polícia Militar, a investigada apresentou versões diferentes sobre como a criança teria se ferido.

Em um dos relatos, ela afirmou que a filha teria caído da cama.

Entretanto, conforme informado pelos policiais, a explicação não esclarecia os demais ferimentos observados pelos profissionais de saúde, especialmente as marcas encontradas no pescoço da bebê.

Durante as diligências, os agentes também identificaram indícios de que o ambiente onde o caso ocorreu poderia ter sofrido alterações antes da chegada da equipe policial.

Esses elementos serão analisados ao longo da investigação.


🔍 Inquérito continua em andamento

A Polícia Civil informou que o caso segue sendo investigado.

Perícias, laudos médicos, depoimentos e demais provas deverão auxiliar na reconstrução dos fatos e na definição da eventual responsabilidade criminal da investigada.

Até o encerramento do inquérito, a apuração permanece em andamento, sendo garantidos à suspeita o direito ao contraditório e à ampla defesa.


🛡️ Violência contra crianças exige atenção permanente

Casos de suspeita de violência contra crianças e adolescentes mobilizam diferentes órgãos da rede de proteção, como Conselhos Tutelares, polícias, Ministério Público e Poder Judiciário.

A legislação brasileira determina prioridade absoluta à proteção da infância e estabelece mecanismos para apuração e responsabilização quando houver indícios de maus-tratos, violência ou negligência.

Denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, aos Conselhos Tutelares ou às forças de segurança pública.


🔎 OLHAR DO PORTAL AUGE1

Casos envolvendo mortes de crianças provocam forte comoção social e exigem uma investigação rigorosa, baseada em provas técnicas e periciais. A atuação integrada entre profissionais da saúde, Conselho Tutelar e forças policiais é fundamental para esclarecer os fatos e garantir que todas as circunstâncias sejam devidamente apuradas.

Ao mesmo tempo, episódios como este reforçam a importância da proteção integral prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A identificação precoce de sinais de violência, aliada à denúncia por parte da sociedade e à atuação da rede de proteção, pode ser decisiva para preservar vidas e interromper ciclos de agressão contra crianças em situação de vulnerabilidade.


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Fonte: Polícia Civil do Maranhão, Polícia Militar do Maranhão e informações divulgadas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

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