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🚨 EDUCAÇÃO EM CAOS? PROFESSOR PUBLICA VÍDEO DE AGRESSÃO EM PLENO DESFILE CÍVICO DE SUMARÉ

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Imagem Auge1 - I.A.

Imagens mostram agressão contra educador durante evento; autor é apontado como marido da diretora assistente da EM Eliana Minchin Vaughan. Motivo da violência ainda não foi esclarecido. Caso se soma a uma sequência de denúncias recentes envolvendo a Educação Municipal

Era para ser um desfile de civismo.

Uma celebração pública de respeito, cidadania, educação e convivência.

Mas um vídeo publicado por um professor da Rede Municipal de Sumaré mostra uma cena que caminha justamente na direção contrária.

UM PROFESSOR SENDO AGREDIDO EM PLENO DESFILE CÍVICO.

As imagens, que serão disponibilizadas nesta matéria, registram o momento da agressão.

Até a publicação desta reportagem, as razões que levaram ao confronto não estavam esclarecidas.

O homem apontado como autor da agressão seria, segundo as informações recebidas pelo Auge1, marido da diretora assistente da Escola Municipal Eliana Minchin Vaughan.

O Portal busca confirmação oficial dessa informação e manifestação dos envolvidos.

Independentemente da motivação, porém, as imagens abrem mais um capítulo extremamente preocupante na Educação Municipal de Sumaré.

E diante da quantidade de episódios que vêm chegando à imprensa nas últimas semanas, a pergunta já não parece exagerada:

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A EDUCAÇÃO DE SUMARÉ?

VÍDEO MOSTRA A AGRESSÃO

O episódio deixa pouco espaço para tratar a existência da agressão apenas como relato.

HÁ IMAGENS.

O vídeo publicado pelo próprio professor registra a violência durante o evento.

Isso não significa que o vídeo, isoladamente, explique toda a ocorrência.

As imagens precisam ser analisadas em seu contexto.

O que aconteceu antes?

Houve discussão?

Qual foi a motivação?

Havia algum conflito anterior?

Quem iniciou eventual desentendimento?

Houve registro de ocorrência?

Existem outras imagens?

Há testemunhas?

A Secretaria Municipal de Educação tomou alguma providência?

Tudo isso precisa ser esclarecido.

Mas nenhuma divergência torna normal assistir a uma agressão contra um educador em um evento que deveria simbolizar justamente cidadania e respeito.

E O SUPOSTO VÍNCULO COM A GESTÃO DA ESCOLA?

Esse ponto exige esclarecimento imediato.

O homem mostrado nas imagens é apontado como marido da diretora assistente da EM Eliana Minchin Vaughan.

Se a informação for confirmada, a Secretaria precisa esclarecer também:

em que condição ele estava no desfile?

Era apenas acompanhante?

Integrava alguma atividade da escola?

Possuía autorização para permanecer junto à delegação?

A agressão teve alguma relação com questões internas da unidade?

A integrante da gestão estava presente?

A direção comunicou oficialmente a ocorrência à SME?

Que providência foi tomada para proteger o professor?

O vínculo familiar, por si só, evidentemente não transfere qualquer responsabilidade à diretora assistente.

Mas, se confirmado, torna indispensável esclarecer o contexto institucional do episódio.

A IRONIA É DIFÍCIL DE IGNORAR

A situação ganha uma contradição impressionante.

A EM Eliana Minchin Vaughan acaba de ser transformada na segunda escola municipal cívico-militar de Sumaré.

A inauguração ocorreu em 2 de setembro.

Segundo a própria Prefeitura, o programa pretende complementar a formação dos estudantes por meio de valores como:

disciplina;

responsabilidade;

cidadania;

respeito.

Poucos dias depois, um professor aparece em vídeo sendo agredido durante um desfile cívico.

E o suposto agressor é apontado como marido de uma integrante da gestão justamente dessa unidade.

DISCIPLINA, CIDADANIA E RESPEITO PRECISAM EXISTIR ALÉM DO DISCURSO.

NÃO É UM EPISÓDIO ISOLADO NO NOTICIÁRIO

É aqui que a situação começa a preocupar ainda mais.

Nas últimas semanas, diferentes problemas e denúncias envolvendo a Educação Municipal de Sumaré chegaram ao debate público.

No final de agosto, por exemplo, ganhou repercussão o caso de um estudante de 10 anos da Escola Municipal Anália de Oliveira Nascimento. A mãe denunciou que o filho teria sido agredido por colegas e afirmou que já havia ocorrido ameaça anterior. A Prefeitura apresentou versão própria sobre a atuação da escola, e o caso chegou à Polícia Civil.

Há também as denúncias recebidas pelo Auge1 sobre outras unidades e situações da rede.

E agora, neste desfile, surge uma imagem extremamente simbólica:

UM PROFESSOR SENDO AGREDIDO.

É preciso tomar cuidado para não misturar ocorrências diferentes nem atribuir automaticamente todas elas à mesma causa.

Mas também seria irresponsável tratá-las eternamente como fatos completamente desconectados.

Quando denúncias começam a se acumular, a gestão pública precisa investigar se existe um problema sistêmico.

QUANTOS CASOS SÃO NECESSÁRIOS PARA ACENDER O ALERTA?

Uma denúncia pode ser episódio pontual.

Duas merecem atenção.

Quando diferentes escolas, famílias, alunos e profissionais começam a aparecer repetidamente no noticiário, a Secretaria precisa fazer algo além de responder individualmente a cada ocorrência.

Precisa perguntar:

EXISTE UM PROBLEMA MAIOR NA REDE?

Como está o ambiente de trabalho?

Como está a relação entre gestão e professores?

Como estão sendo tratados os conflitos?

Existe protocolo contra violência?

Os professores se sentem protegidos?

As famílias possuem canais eficientes para reclamar?

As direções recebem suporte?

As denúncias são efetivamente apuradas?

Existe medo de represália?

Há acompanhamento psicológico e institucional dos profissionais envolvidos em episódios violentos?

Essas perguntas precisam sair do campo retórico.

ESCOLA CÍVICO-MILITAR NÃO PODE SER APENAS UNIFORME E CERIMÔNIA

A Prefeitura apresenta o programa da Eliana Minchin Vaughan como iniciativa destinada a fortalecer disciplina, responsabilidade, cidadania e respeito. A escola atende aproximadamente 420 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I.

Então o episódio exige uma reflexão ainda maior.

Civismo não é marcha.

Não é uniforme.

Não é continência.

Não é cerimônia.

CIVISMO É COMPORTAMENTO.

É respeito ao outro.

É convivência.

É cumprimento das regras.

É solução civilizada de conflitos.

E principalmente:

É O EXEMPLO QUE OS ADULTOS DÃO ÀS CRIANÇAS.

Que mensagem fica quando um professor é agredido durante justamente um desfile destinado a celebrar valores cívicos?

PROFESSOR NÃO PODE VIRAR ALVO

Independentemente das razões do conflito, eventual agressão física precisa ser devidamente apurada.

Se houver lesão, ameaça ou outra conduta penalmente relevante, cabe às autoridades policiais determinar responsabilidades a partir das provas e das versões de todos os envolvidos.

Mas existe também uma questão administrativa.

O professor estava participando de uma atividade vinculada à rede?

Estava trabalhando?

A atividade fazia parte do calendário escolar?

A SME tinha representantes no local?

Quem prestou assistência ao profissional depois da agressão?

Houve acolhimento?

Houve registro administrativo?

A Corregedoria foi comunicada?

A direção da unidade comunicou formalmente o ocorrido?

O PROFESSOR FOI PROTEGIDO PELA REDE PARA A QUAL TRABALHA?

E A SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO?

O secretário municipal de Educação de Sumaré é atualmente Lucas Gomes Lima, segundo o próprio portal oficial da SME.

Diante da sucessão de episódios, é razoável cobrar diretamente do comando da pasta:

Qual providência foi tomada sobre a agressão mostrada no vídeo?

A SME identificou oficialmente o agressor?

Confirma que ele é marido da diretora assistente da EM Eliana Minchin Vaughan?

Qual era a função dele no desfile?

O professor recebeu atendimento e suporte?

Foi instaurada apuração administrativa?

A Polícia foi acionada?

A Secretaria conhece a motivação do episódio?

Existia conflito anterior envolvendo o professor e a gestão da unidade?

Que protocolo existe para violência contra profissionais da Educação?

E principalmente:

DIANTE DAS DENÚNCIAS RECENTES, A SME CONSIDERA QUE EXISTE UMA CRISE DE AMBIENTE E GESTÃO NA REDE?

A PREFEITURA DIVULGA CONQUISTAS. A IMPRENSA PRECISA MOSTRAR TAMBÉM OS PROBLEMAS.

No portal oficial da Educação, a Prefeitura vem divulgando resultados positivos: avanço no IDEB, projetos científicos, educação financeira, implantação das escolas cívico-militares e programas voltados à cidadania.

Tudo isso é notícia.

E deve ser noticiado.

Mas existe outro lado.

Quando famílias denunciam problemas…

quando alunos aparecem envolvidos em episódios de violência…

quando profissionais reclamam…

quando surgem questionamentos sobre decisões administrativas…

e quando um professor aparece em vídeo sendo fisicamente agredido em um desfile…

ISSO TAMBÉM É EDUCAÇÃO MUNICIPAL.

Assessoria de imprensa divulga aquilo que funciona.

Jornalismo precisa investigar também aquilo que não funciona.

“CAOS” É UMA PALAVRA FORTE. POR ISSO A PERGUNTA PRECISA SER RESPONDIDA.

O Auge1 não afirma que toda a Educação Municipal esteja em caos.

Existem milhares de alunos.

Centenas de profissionais.

Dezenas de escolas.

Professores comprometidos.

Gestores trabalhando diariamente.

Projetos que apresentam resultados.

Generalizar seria injusto.

Mas diante da sequência de denúncias e agora de um episódio de violência registrado em vídeo, perguntar se existe uma crise dentro da Educação Municipal não é sensacionalismo.

É fiscalização.

Porque problemas sucessivos não podem ser eternamente respondidos como:

“caso isolado”.

Chega um momento em que a quantidade de casos exige olhar para o conjunto.

QUANTOS “CASOS ISOLADOS” SÃO NECESSÁRIOS PARA FORMAR UM PROBLEMA COLETIVO?

A agressão registrada durante o desfile precisa ser investigada individualmente.

Mas a Secretaria também precisa olhar para o todo.

Porque educação pública não se mede apenas por cerimônias, uniformes, inaugurações, projetos e índices.

Também se mede pelo ambiente existente dentro da rede.

E se até um desfile cívico termina com professor publicando vídeo de agressão sofrida, alguma coisa merece uma explicação muito maior.

SUMARÉ TEM APENAS UMA SEQUÊNCIA DE EPISÓDIOS ISOLADOS — OU A EDUCAÇÃO MUNICIPAL ESTÁ DANDO SINAIS DE UMA CRISE QUE A ADMINISTRAÇÃO AINDA NÃO RECONHECEU?

A palavra agora está com a Secretaria.

#Sumaré #Educação #Professor #DesfileCívico #Violência #SMESumaré #ElianaMinchinVaughan #EscolaCívicoMilitar #PrefeituraDeSumaré #Fiscalização #Auge1

Fonte: vídeo publicado pelo professor e informações recebidas pelo Portal Auge1; Prefeitura de Sumaré; Secretaria Municipal de Educação; informações públicas sobre a EM Eliana Minchin Vaughan. A Prefeitura informa oficialmente que a unidade passou ao modelo cívico-militar em 2 de setembro e que a proposta do programa inclui disciplina, responsabilidade, cidadania e respeito.

O Portal Auge1 mantém espaço aberto ao professor, ao homem apontado como autor da agressão, à diretora assistente citada, à direção da EM Eliana Minchin Vaughan, à Secretaria Municipal de Educação e à Prefeitura de Sumaré para manifestação. O portal também ressalta que a publicação das imagens da agressão não representa conclusão sobre sua motivação ou responsabilidade jurídica, que deverão ser esclarecidas pelas autoridades competentes.

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