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🚨🏥 GESTANTE PERDE BEBÊ E FAMÍLIA COBRA UTI NEONATAL EM SANTA BÁRBARA: OBRA ANUNCIADA É PEDIÁTRICA E HÁ RELATO DE INCUBADORA PARADA HÁ DOIS ANOS

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Foto de Divulgação

Família questiona espera de aproximadamente sete horas e meia por atendimento. Enquanto moradores aguardam a implantação de uma UTI Neonatal, documentos oficiais apontam uma obra de UTI Pediátrica. Outra denúncia envolve equipamento neonatal sem manutenção por um custo estimado em R$ 2 mil.

A perda de um bebê, relatada por familiares de uma gestante atendida no Hospital Santa Bárbara, em Santa Bárbara d’Oeste, reacendeu questionamentos sobre a assistência materno-infantil e a disponibilidade de equipamentos e leitos especializados no município.

Segundo informações recebidas pelo Portal Auge1.com, a gestante chegou à unidade por volta das 17h de quarta-feira (28 de outubro). À 0h30 da madrugada de quinta-feira (29), a família afirma que ela ainda não havia recebido o atendimento considerado necessário.

A gestação terminou com a perda do bebê. As circunstâncias clínicas, os horários dos procedimentos e uma eventual relação entre a espera relatada e o desfecho ainda precisam ser esclarecidos.

Após o velório, familiares procuraram o vereador Marcelo Cury para cobrar providências e questionar a demora na implantação da UTI Neonatal que acreditavam estar em construção.

Entretanto, os documentos oficiais consultados identificam a obra anunciada no Hospital Santa Bárbara como uma UTI Pediátrica, com dez leitos, e não uma UTI Neonatal.

⚠️ INCUBADORA ESTARIA PARADA HÁ DOIS ANOS POR MANUTENÇÃO DE R$ 2 MIL

Uma nova informação encaminhada ao Portal Auge1.com amplia os questionamentos sobre a estrutura de atendimento neonatal.

Segundo o relato, uma incubadora estaria guardada em uma sala do Hospital Santa Bárbara há aproximadamente dois anos, sem utilização, por necessitar de manutenção estimada em R$ 2 mil.

A informação acrescenta que o reparo não teria sido autorizado na época.

Caso confirmada, a situação exige esclarecimentos sobre a administração do patrimônio hospitalar, a avaliação técnica do equipamento e os critérios utilizados para decidir sobre sua manutenção.

O valor informado chama atenção diante da importância de equipamentos utilizados no cuidado de recém-nascidos.

Entretanto, ainda é necessário confirmar se o orçamento de R$ 2 mil contemplava todos os reparos exigidos, se a incubadora possuía condições de segurança para retornar ao serviço e se havia outras pendências técnicas.

A denúncia não permite concluir que a incubadora poderia ter sido utilizada no caso da gestante ou que seu funcionamento teria evitado a perda do bebê.

🔎 QUEM NÃO AUTORIZOU A MANUTENÇÃO?

O caso exige respostas da direção hospitalar e dos responsáveis pela gestão e manutenção dos equipamentos.

A Santa Casa precisa esclarecer quando a incubadora deixou de funcionar, qual defeito foi identificado, quem solicitou o reparo e por qual motivo a autorização não teria ocorrido.

Também é necessário saber se o equipamento pertence à instituição, ao município ou a outro órgão, e quem possui responsabilidade por sua manutenção.

Se houver orçamento técnico, ordem de serviço ou solicitação administrativa registrada, esses documentos poderão esclarecer a sequência das decisões.

👶 POPULAÇÃO AGUARDA UTI NEONATAL, MAS OBRA OFICIAL É PEDIÁTRICA

A controvérsia sobre a incubadora ocorre paralelamente à divergência de expectativas sobre os novos leitos hospitalares.

Os registros da Câmara Municipal distinguem a conclusão de dez leitos de UTI Pediátrica da proposta de implantação de dez leitos de UTI Neonatal.

A Prefeitura já reconheceu a necessidade de repactuar o cronograma da obra pediátrica.

Até o momento, os documentos examinados não confirmam a existência de uma obra de UTI Neonatal em execução.

Essa diferença precisa ser comunicada claramente à população.

Uma incubadora, por sua vez, é um equipamento de assistência neonatal, mas sua existência não equivale à implantação de uma UTI Neonatal, que exige equipe especializada, infraestrutura, outros equipamentos e organização assistencial adequada.

🏛️ PREFEITURA, SANTA CASA E CÂMARA DEVEM ESCLARECIMENTOS

Diante dos relatos, há três frentes distintas de apuração: a assistência prestada à gestante, a situação da incubadora e o andamento dos projetos de terapia intensiva.

O Portal Auge1.com solicita esclarecimentos sobre o prontuário e os procedimentos de atendimento, preservado o sigilo da paciente; sobre o histórico de manutenção e a condição atual da incubadora; e sobre os cronogramas e recursos destinados às UTIs Pediátrica e Neonatal.

A eventual existência de uma incubadora parada por falta de manutenção de R$ 2 mil, se confirmada, merece explicações públicas fundamentadas.

O município precisa saber não apenas quais obras foram anunciadas, mas quais serviços estão efetivamente disponíveis para gestantes, crianças e recém-nascidos.

A família que perdeu o bebê aguarda respostas. A população também tem direito de conhecer a situação real da estrutura hospitalar.

Portal Auge1.com

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Fonte: Informações encaminhadas ao Portal Auge1.com sobre o atendimento de 28 e 29/10/2026 e sobre a incubadora, pendentes de confirmação documental; Câmara Municipal de Santa Bárbara d’Oeste, Requerimento nº 92/2026 e resposta de 16/03/2026; Ofício nº 17/2026-GVCF, de maio de 2026.

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