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🚨 MÃE É PRESA APÓS DEIXAR TRÊS FILHOS E VIAJAR; CRIANÇAS SÃO ENCONTRADAS EM MEIO A LIXO E INSETOS EM CAMPINAS

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Imagem TV Hortolândia

Mulher de 28 anos afirmou que teria deixado os filhos aos cuidados de uma babá antes de viajar; Polícia Militar encontrou uma das crianças sozinha dentro da residência e constatou condições consideradas insalubres no imóvel do Jardim Yeda

Uma ocorrência registrada no Jardim Yeda, em Campinas, terminou com uma mãe presa e três crianças sob os cuidados de familiares após uma situação que chamou a atenção até mesmo pelas condições encontradas dentro da residência.

Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar, a mãe estaria ausente desde 3 de setembro.

A PM foi acionada na tarde desta terça-feira (8) para verificar a situação das crianças em um imóvel na Rua Pedro Galhardi. Uma menina de 11 anos foi encontrada sozinha dentro da residência, enquanto outra criança estava nas proximidades. O filho mais novo não estava inicialmente no endereço e foi posteriormente localizado.

Mas o que os policiais encontraram dentro da casa aumentou a gravidade da ocorrência.

LIXO, INSETOS, SUJEIRA E CONDIÇÕES CONSIDERADAS INSALUBRES.

Registros divulgados mostram um ambiente extremamente desorganizado, enquanto relatos policiais mencionam lixo e dejetos espalhados pelo imóvel.

MÃE TERIA FICADO FORA DESDE O DIA 3

Segundo a ocorrência, a Polícia Militar recebeu informações de que a mulher não estaria na residência desde quinta-feira, 3 de setembro.

A mãe compareceu posteriormente à unidade policial.

E apresentou sua versão:

DISSE QUE HAVIA VIAJADO E DEIXADO OS FILHOS SOB OS CUIDADOS DE UMA BABÁ.

Essa alegação agora deverá ser confrontada pela Polícia Civil com as demais evidências.

Quem seria essa babá?

Durante quais dias ela teria permanecido responsável pelas crianças?

Por que uma das meninas foi encontrada sozinha dentro da residência?

Quem estava fornecendo alimentação?

Quem estava responsável pelas crianças durante as noites?

E por que a situação chegou ao ponto de terceiros acionarem a polícia?

São perguntas fundamentais para determinar exatamente o que aconteceu entre os dias 3 e 8 de setembro.

🚔 MÃE FOI PRESA

Depois de comparecer à delegacia, a mulher foi presa e permaneceu à disposição da Justiça.

O caso foi registrado como abandono de incapaz na Polícia Civil.

A tipificação é grave.

O artigo 133 do Código Penal pune quem abandona pessoa que esteja sob seu cuidado, guarda, vigilância ou autoridade e que, por qualquer motivo, seja incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono.

Mas será a investigação que determinará se todos os elementos do crime estão presentes e qual responsabilidade será individualmente atribuída à mulher.

PRISÃO NÃO É CONDENAÇÃO.

A versão apresentada pela mãe também deverá integrar a apuração.

E AS CRIANÇAS?

O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

As informações mais recentes indicam que familiares foram localizados, evitando inicialmente a necessidade de acolhimento institucional.

Esse é um ponto especialmente importante.

AS CRIANÇAS NÃO DEVEM SER TRATADAS COMO PERSONAGENS DE UM ESCÂNDALO. SÃO VÍTIMAS QUE PRECISAM SER PROTEGIDAS.

Por isso, identidade, escola, rotina e outras informações capazes de identificá-las não devem ser divulgadas.

Também é preciso cautela com a informação sobre eventual desnutrição.

A PM relatou aparente estado de desnutrição em algumas versões divulgadas pela imprensa. Isso, entretanto, não equivale a diagnóstico médico.

UMA CASA QUE TAMBÉM PASSA A FAZER PARTE DA INVESTIGAÇÃO

As condições do imóvel não são apenas um elemento visual chocante.

Elas podem ajudar a compreender a situação à qual as crianças estavam expostas.

Segundo as informações disponíveis, foi solicitada perícia no imóvel.

Isso é importante porque permite documentar tecnicamente as condições encontradas, em vez de deixar a análise restrita a fotografias ou impressões.

O ponto central será verificar quais riscos concretos existiam para crianças tão pequenas naquele ambiente e quem efetivamente estava responsável por elas.

A VERSÃO DA BABÁ PRECISA SER ESCLARECIDA

A afirmação de que os filhos teriam sido deixados com uma babá pode ser decisiva.

Se havia efetivamente uma pessoa adulta encarregada das crianças, será necessário saber por que elas acabaram encontradas naquela situação.

Se não havia, a investigação ganha outro contorno.

A BABÁ EXISTE?

FOI CONTRATADA PARA PERMANECER COM AS TRÊS CRIANÇAS?

ATÉ QUANDO?

POR QUE AS CRIANÇAS ESTAVAM SEM A SUPERVISÃO ESPERADA?

A Polícia Civil poderá confrontar depoimentos, mensagens, telefonemas, câmeras e testemunhas para esclarecer essa versão.

CINCO DIAS QUE PRECISAM SER RECONSTRUÍDOS

Entre 3 e 8 de setembro, há uma linha do tempo que agora precisa ser reconstruída.

Quem viu as crianças?

Quem levou comida?

Quem dormiu com elas?

Quem cuidou do bebê?

Quando a mãe retornou?

Quando a suposta babá deixou de acompanhá-las?

Quem percebeu a situação e decidiu procurar ajuda?

É NESSA CRONOLOGIA QUE ESTÁ A RESPOSTA PARA O CASO.

O cenário encontrado é grave e as imagens impressionam.

Mas o trabalho policial precisa ir além das imagens.

Precisa estabelecer responsabilidades.

O MAIS IMPORTANTE AGORA NÃO É A CASA. SÃO AS CRIANÇAS

A repercussão naturalmente se concentra na sujeira, nos insetos e nas imagens do imóvel.

Mas existem três crianças no centro dessa história.

Elas precisarão de avaliação, acompanhamento e estabilidade familiar.

O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que crianças e adolescentes possuem direito à proteção integral e prioridade absoluta.

Nesse momento, portanto, a preocupação não termina com a prisão da mãe.

ELA COMEÇA COM A PROTEÇÃO DOS FILHOS.

A Justiça deverá avaliar a situação familiar e definir as medidas adequadas para garantir segurança às três crianças.

Enquanto isso, a Polícia Civil terá que responder à pergunta central deixada pela ocorrência:

QUEM DEVERIA ESTAR CUIDANDO DESSAS CRIANÇAS DURANTE OS DIAS EM QUE A MÃE ESTAVA FORA?

A mãe apresentou sua versão.

As condições encontradas pela polícia apresentam outra parte da história.

Agora será necessário descobrir exatamente o que aconteceu dentro daquela casa.

#Campinas #JardimYeda #AbandonoDeIncapaz #PolíciaMilitar #PolíciaCivil #ConselhoTutelar #ProteçãoÀCriança #Auge1

Fonte: Polícia Militar, Secretaria da Segurança Pública e informações publicadas pela imprensa regional sobre a ocorrência de 8 de setembro de 2026.

Nota: o Portal Auge1 preserva a identidade das crianças envolvidas. A prisão e o indiciamento da mãe não representam condenação definitiva; sua versão e as demais circunstâncias serão analisadas pelas autoridades competentes.

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