Connect with us
   

Notícias

🚨 MULHER DE 20 ANOS É SUSPEITA DE ESPANCAR MENINA DE 12 NA PORTA DE ESCOLA; ADOLESCENTE SOFREU TRAUMATISMO CRANIANO

Publicado

on

Foto de Divulgação

Vítima teria sido surpreendida na saída da unidade em Nova Lima, derrubada e atingido a cabeça no chão; imagens registraram agressões com socos e chutes. Polícia Civil investiga o caso

Uma adolescente de apenas 12 anos sofreu traumatismo craniano e ferimentos pelo corpo após ser violentamente agredida na porta de uma escola municipal, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na sexta-feira (28).

A mulher apontada como autora tem 20 anos e seria irmã de um estudante de 11 anos que havia se desentendido com a vítima dentro da escola.

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, a adolescente foi encaminhada ao Hospital Nossa Senhora de Lourdes e permaneceu internada para exames.

⚠️ UMA BRINCADEIRA ENTRE CRIANÇAS TERMINOU COM UMA ADULTA CONTRA UMA MENINA

O que teria antecedido a violência chama atenção.

Segundo o boletim de ocorrência, a menina de 12 anos e um estudante de 11 teriam se desentendido durante uma brincadeira.

A direção chamou os responsáveis e realizou uma reunião para tratar da situação.

A mulher de 20 anos compareceu representando o irmão.

Ou seja: a escola já havia intervindo e o conflito entre as crianças havia sido levado aos adultos.

Mas, na saída, a situação tomou outra dimensão.

🚨 “MINHA FILHA ESTAVA DE COSTAS”

Segundo relato da mãe, a adolescente foi surpreendida.

Ela afirma que a filha estava de costas e desprevenida, quando foi derrubada. Na queda, bateu a cabeça no chão e as agressões teriam continuado.

Imagens feitas no local registraram a violência.

A menina aparece caída enquanto recebe golpes. Funcionárias da escola intervieram, interromperam a agressão e levaram a estudante novamente para dentro da unidade.

O resultado foi grave:

UMA CRIANÇA DE 12 ANOS FOI PARAR NO HOSPITAL COM TRAUMATISMO CRANIANO APÓS UM CONFLITO QUE, INICIALMENTE, ENVOLVIA DUAS CRIANÇAS.

🏥 MENINA PASSOU A NOITE NO HOSPITAL

A adolescente apresentou ferimentos no rosto, cabeça e outras partes do corpo, além do traumatismo craniano.

Ela permaneceu internada para realização de exames e acompanhamento da extensão das lesões.

Segundo a família, mesmo após deixar o hospital, a menina continua necessitando de cuidados e ficou traumatizada emocionalmente com o episódio.

🚔 POLÍCIA FEZ BUSCAS PELA SUSPEITA

A Polícia Militar realizou buscas em endereços de Nova Lima e Raposos, mas a mulher não havia sido localizada até a última atualização consultada.

Em um dos locais, uma familiar teria informado aos policiais que a suspeita apareceu nervosa, pegou a filha e disse que seguiria para Ribeirão das Neves.

A Polícia Civil informou que instaurou procedimento para apurar os fatos. O Conselho Tutelar também acompanha o caso.

🏫 PREFEITURA: AGRESSÃO OCORREU FORA DA ESCOLA

A Secretaria Municipal de Educação de Nova Lima informou que prestou suporte à estudante e adotou as providências que estavam dentro de suas atribuições.

A Prefeitura ressaltou que a agressão não aconteceu dentro das dependências da unidade escolar e afirmou repudiar qualquer forma de violência, especialmente aquela envolvendo estudantes.

Existe, porém, uma discussão que merece atenção.

O fato de a agressão ter acontecido do lado de fora do portão não elimina a necessidade de avaliar todo o contexto.

Havia ocorrido um conflito entre alunos.

Os responsáveis foram chamados.

Houve reunião.

E, posteriormente, uma adulta que havia comparecido por causa desse conflito é apontada como responsável pela agressão contra uma das estudantes.

A QUESTÃO NÃO É CULPAR AUTOMATICAMENTE A ESCOLA. É ENTENDER SE HAVIA ALGUM SINAL DE RISCO E SE O PROTOCOLO ADOTADO FOI SUFICIENTE PARA PROTEGER AS DUAS CRIANÇAS APÓS A REUNIÃO.

⚖️ NÃO ERA UMA “BRIGA ENTRE ALUNOS”

Essa distinção também é fundamental.

O episódio registrado na saída não envolveu simplesmente duas estudantes da mesma faixa etária.

De um lado estava uma menina de 12 anos.

Do outro, uma mulher de 20 anos.

A adolescente é protegida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece ser dever da família, da sociedade e do poder público colocá-la a salvo de violência, crueldade e opressão.

A definição jurídica final das condutas e eventual responsabilização caberá à Polícia Civil, ao Ministério Público e à Justiça.

🔎 E EXISTEM PERGUNTAS QUE PRECISAM SER RESPONDIDAS

Como terminou a reunião realizada antes da agressão?

Houve alguma discussão ou ameaça entre os adultos naquele momento?

A escola percebeu alguma situação de risco?

As duas crianças foram liberadas simultaneamente?

A mulher permaneceu nas proximidades aguardando a adolescente?

Existia algum protocolo para evitar novo confronto depois da mediação?

As imagens das câmeras da unidade e da região foram preservadas?

E principalmente:

COMO UMA TENTATIVA DE RESOLVER UM CONFLITO ENTRE DUAS CRIANÇAS TERMINOU COM UMA DELAS HOSPITALIZADA APÓS SER AGREDIDA POR UMA ADULTA?

Responder a essas perguntas não significa antecipar culpados.

Significa descobrir se alguma medida poderia evitar que uma situação semelhante volte a acontecer.

📢 FAMÍLIA PEDE JUSTIÇA

A família prefere preservar sua identidade por medo e afirma que a menina está traumatizada.

Agora espera que a mulher apontada como responsável seja localizada e que o caso tenha uma resposta das autoridades.

Enquanto a investigação avança, as imagens deixam uma reflexão difícil:

QUANDO ADULTOS TRANSFORMAM CONFLITOS DE CRIANÇAS EM VIOLÊNCIA, QUEM DEVERIA PROTEGER PASSA A SER PARTE DO PROBLEMA.

Uma discussão escolar jamais deveria terminar com uma menina de 12 anos em um hospital com traumatismo craniano.

#NovaLima #MinasGerais #Violência #Escola #Adolescente #ProteçãoInfantil #ConselhoTutelar #PolíciaCivil #SegurançaEscolar #Auge1

Fonte: Polícia Militar de Minas Gerais / Polícia Civil de Minas Gerais / Prefeitura de Nova Lima / O Tempo / Estado de Minas / imprensa local.

Deixe o seu Comentário

Publicidade

Carregando dados do Brasileirão...

Publicidade

Mais Visto da Semana